quarta-feira, 9 de dezembro de 2009






Em 21 de junho de 1995 os Correios do Brasil emitiu um bloco comemorativo à passagem dos 100 Anos do Cinema.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

CINEMA DE MAD

Stanley Kubrick em docmento histórico

Já escrevi em outra oportunidade que eu tinha um amigo no Cine Rio Grande. Uma vez ele me deu esta foto de Stanley Kubrick, com o carimbo do Serviço de Censura do Departamento de Polícia Federal - Divisão de Diversões Publicas - Superintendência Regional de Pernambuco (documento histórico do tempo do Regime Militar 1964-1985). Raridade que compartilho com meus visitantes.

SHIRLEY TEMPLE

Encontrei em meus arquivos esta raridade e compartilho com os meus colegas internautas: Shirley Temple em foto de álbum de figurinhas.

EU NA REVISTA RN ECONOMICO


Em 23 de junho de 1999, por ocasião dos 20 anos de falecimento de Johnh Wayne, a Revista RN Econômico publicou uma entrevista minha, feita pelo jornalista Luciano Kleiber e fotos de Argemiro Lima.

AVA: BELEZA, TALENTO E TRÊS MARIDOS...

"0 único bem de concreto de meus divórcios foram dois anos de análise, financiados por um marido, que me deixaram mais confusa do que antes."

Ava Gardner

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

PRINCÍPIOS FORDIANOS

“Wall street hoje exige sexo e violência. Isso vai de encontro as minhas convicções morais e religiosas. Eu prefiro uma boa estória”.

John Ford

sábado, 21 de novembro de 2009

UMA NOTA DE FALECIMENTO E MINHAS LEMBRANÇAS CINÉFILAS

Às 08h36min da manhã de hoje fui surpreendido por um telefonema do meu irmão mais velho, dando conta do falecimento de José Thomaz, ocorrido na última quinta-feira.

No meio do ano Barcelona já havia perdido seu Edgar. O projetista do cinema local. Agora foi a vez da partida de “Zé”. E, a exemplo de Jacques Perrin – o Totó adulto de Cinema Paradiso (Nuovo cinema Paradiso/1988, de Giuseppe Tornatore) – um turbilhão de lembranças cinéfilas vieram-me perturbar a belíssima visão do Atlântico que rapidamente passava pela janela do ônibus da linha 56 Ponta Negra – Rocas, pela Via Costeira.

No meu primeiro tópico, “Na Calçada do Rio Grande ou Meu Cinema Paradiso”, descrevi minha infância cinéfila em minha terra natal, Barcelona/RN. “Seu” Edgar, dono do cinema, que na verdade funcionava no Mercado Público Municipal, unia duas bancas de feira com outra acima. Montava o projetor e direcionava o foco a parede do velho prédio comercial. “Zé Thomaz” – funcionário da loja de tecidos de Sinésio Marques - era o encarregado de receber o filme que chegava, vindo de Natal, no ônibus dirigido por Alvino. Algumas vezes tive o privilégio de acompanhá-lo e, confesso, era umas das maiores felicidades, para mim, ajudá-lo a carregar as pesadas latas amarradas a correias de couro, contendo o filme que seria exibido àquela noite. Como já disse, era o meu Cinema Paradiso. Só não havia as “figuras” do padre censor, e do doido correndo na praça gritando “a praça é minha! A praça é minha!”

Naquela época exibiam-se filmes nacionais, e bang-bang à italiana. O preferido, pelo conteúdo se assemelhar a nossa vida rural: cidade pequena, fazendas, cavalos, gados, entre outros animais domésticos.

O cinema no mercado não mais existe. Faz anos. “Seu” Edgar também se foi. Por fim, a partida de José Thomaz. E com ele, fecha-se definitivamente um ciclo cinéfilo barcelonense.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

OS LINCHADORES

Com dois de seus capatazes, Theodore Carow dono de grande área de Terras na Virginia, começou uma rápida perseguição atrás de ladrões que lhe haviam roubado três cavalos na noite anterior. Tudo provava que eram chefiados por um tal de Mike Finnegan, homem mau das redondezas que já havia se envolvido em diversos tiroteios de bar. Horas depois os ladrões foram encontrados perto das montanhas quando descansavam e bebiam. Theodore se aproximou apontando a arma para Finegan, que hesitou por um segundo com os olhos enfurecidos enquanto o rancheiro mantendo a mira encostou o cano do revolver no meio do seu peito, para evitar que ele atirasse. O bandido viu que a coisa não era brincadeira, disse um palavrão, jogou o rifle no chão e pôs as duas mãos para o alto, acima da cabeça. Theodore rangeu os dentes como era seu hábito quando estava zangado e apertou o gatilho por duas vezes, sendo seu gesto seguido pelos demais homens de seu grupo, que fuzilaram os outros dois. A seguir ordenou que apanhassem os animais roubados, subiram em suas montarias retornando para o rancho.
Fatos como este se sucederam por todo velho oeste, onde os chamados foras da lei eram maioria em cidades que surgiram com o desbravamento feito pelos pioneiros e onde a autoridade constituída nem sequer existia. Para dar um paradeiro ao numero cada vez maior de assaltos a Bancos, diligências e ranchos, seguidos de assassinatos a sangue frio, na Virginia, o juiz Charles Lynch, apresentou e obteve a aprovação pelo legislativo, da chamada “Lei de Lynch” (que originou a palavra linchamento), e permitia a qualquer grupo de pessoas fazer justiça com as próprias mãos. Pensava-se assim em acabar ainda que de forma violenta, com os crimes que imperavam nessas regiões. Lynch, entretanto nada mais fez do que oficializar o assassinato de muitos inocentes condenados a forca (a pena mais comum na época), vitimas em sua maioria, apenas de vinganças e de interesses particulares.


Qualquer incauto que fosse apanhado nas redondezas de um delito, se não tivesse fortes argumentos capazes de convencer a turba enfurecida, tornava-se de imediato um forte candidato a ficar pendurado pelo pescoço na arvore mais próxima.
Começaram então a surgir por todas as cidades, uma onda de protestos, tendo a frente homens de bem, que acabaram sendo ouvidos pelos senhores congressistas que reconhecendo o erro cometido, pôs fim a essa espécie de punição, decretando a morte da Lei de Lynch.
Entretanto a exemplo do que ocorreu quando foi abolida a escravidão, muitos não se conformaram e os excessos continuaram a ser praticados, com invasões de delegacias defendidas muitas vezes apenas por um xerife, que acabava logo sendo subjugado ou morto e o preso arrancado a força de cela e linchado.
Foi aí que surgiram os grandes xerifes que escreveram seu nome na historia americana, como grandes defensores da lei, ordem e justiça, ostentando a estrela no peito e exibindo seu infalível Colt 45, de cano longo na cintura.
A população foi se acostumando com a nova ordem e os bandidos presos, levados a um julgamento justo antes de serem condenados. Centenas de filmes de Hollywood se cansaram de mostrar cenas de linchamentos, tentativas de invasões em delegacias, confrontos com xerifes e delegados e julgamentos preparados para defender interesses escusos.
Um ingrediente vital do mito que o cinema criou em torno do assunto, com uma diferença: na maioria das vezes, a verdade foi mais dramática que a lenda.

Um dos exemplares mais marcantes do cinema: “Consciências Mortas” (1943) de William Wellman, talvez tenha sido a obra sobre o assunto que mais impressionou, entre tanto outros filmes que bem ou mal trataram do assunto. Esse tema digno de William Faulkner, vinha em linha direta de um romance de Walter Van Tilburg Clark – “The Ox – Boow Incident” e narra a história de três pobres diabos acusados injustamente de ter matado um criador de gado, que são enforcados por uma população histérica e barulhenta. Poucos minutos após sua execução a inocência é provada. Mesmo que a literatura contemporânea americana lhe tivesse dado uma atualidade muito apreciada pelos leitores, o cinema, até então, não tinha ousado abordá-lo tão cruamente como fez Wellman. Desde “Bandoleiro do Eldorado” (Robin Hood of Eldorado/1936), com Warner Baxter, Ann Loring e Bruce Cabot, sabemos quanta honestidade prova esse realizado quando empreende denunciar a injustiça e os aspectos mais odiosos de uma sociedade. Atacando o tema espinhoso do linchamento mostrava a mesma coragem, descartando deliberadamente do papel recaído sobre western o pudor que fez da lei do juiz Lynch por muito tempo, um assunto tabu para Hollywood. Fazer obstáculos a realização desse “Coincidências Mortas” equivaleria a interditar um aspecto bastante comum em certas regiões do oeste no século passado.

Ainda se pode ler em vários cemitérios de Tombstone (Arizona) em grosseiras placas de madeiras, inscrições lacônicas, epitáfios sumários, advertindo o passante de que os “fulanos” ali enterrados tinham sido “legalmente enforcados”. É claro que resta definir esse “legalmente”, no sentido ambíguo, pois os linchadores agiam no nome de sua lei, mais expedita do que a lei defendia e sancionada pela justiça oficial. Em casos semelhantes esta deveria pura e simplesmente legalizar os veredictos de uma prática odiosa e cega, livremente permitida no oeste.

Alguns outros filmes que mostravam cenas de linchamentos ou tentativas e que merecem aqui serem lembrados:

“PALADINO DO ARIZONA” (The Arizona Raiders/1936), de James P. Hogan – Com Buster Crabbe, Raymond Hatton e Marsha Hunt

“O FILHO DOS DEUSES” (Brigham Young/1940), de Henry Hathaway - Tyrone Power, Linda Darnell e Dean Jagger

“NA VELHA CALIFÓRNIA” / “O CAMINHO FATAL” (In Old California/1942), de William C. McGann – Com John Wayne, Binnie Barnes e Albert Dekker

“CONSCIÊNCIAS MORTAS” (The Ox-Bow Incident/1943), de William A. Wellman – Com Henry Fonda, Dana Andrews e Mary Beth Hughes

“EMBRUTECIDO PELA VIOLÊNCIA” (Along the Great Divide/1951), de Raoul Walsh – Com Kirk Douglas, Virginia Mayo e John Agar

“VALENTES DESTEMIDOS” (Gunplay/1951), de Lesley Selander - Tim Holt, Joan Dixon e Harper Carter

“JOHNNY GUITAR” (Johnny Guitar/1954), de Nicholas Ray – Com Joan Crawford, Sterling Hayden e Mercedes McCambridge

“HOMEM SOLITÁRIO” (A Man Alone/1955), de Ray Milland- Com Ray Milland, Mary Murphy e Ward Bond

“ESTIGMA DA CRUELDADE” (The Bravados/1958), de Henry King - Com Gregory Peck, Joan Collins e Stephen Boyd

“A ÁRVORES DOS ENFORCADOS” (The Hanging Tree/1959), Delmer Daves – com Gary Cooper, Maria Schell e Karl Malden

“O HOMEM QUE LUTA SÓ” (Ride Lonesome/1959), de Budd Boetticher – Com Randolph Scott, Karen Steele e Pernell Roberts

“O MENSAGEIRO DA MORTE” (The Hangman/1959), de Michael Curtiz – Com Robert Taylor, Tina Louise e Fess Parker

“O JUIZ ENFORCADOR” (Law of the Lawless/1964), de William F. Claxton – Com Dale Robertson, Yvonne De Carlo e William Bendix

“A MARCA DA FORCA” (Hang 'Em High/1968), de Ted Post – com Clint Eastwood, Inger Stevens e Ben Johnson

“BRAVURA INDÔMITA (True Grit/1969), de Henry Hathaway – Com John Wayne, Glen Campbell e Kim Darby

NOTA: texto e pesquisa de Davlis.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

TRIBUTO À JOHN WAYNE: 25 Anos



Em junho de 2004, por ocasião dos 25 anos de falecimento de John Wayne, fiz uma exposição – durante uma semana no Café São Luis – com fotos do astro.

TRIBUTO À JOHN WAYNE: 20 Anos

Em 11 de junho de 1999, por ocasião dos 20 anos de falecimento de John Wayne, reuni um grupo de colegas cinéfilos e, naquele dia exibimos 5 filmes – na Capitania das Artes, em Natal - para lembrar o astro. Na foto eu estou acompanhado de Rodrigues Neto e Edson Aquino.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ASTROS E ESTRELAS DE HOLLYWOOD EM NATAL

Às vezes, parece apenas, imaginação fértil de escritores nascidos em Natal (seja Geraldo Edson de Andrade intitulando um dos seus livros de contos “O dia em que Tyrone Power esteve em Natal”; seja Berilo Wanderley “recebendo” Marlene Dietrich em sua casa em Natal, visita esta relatada em crônica para jornal natalense). Mas a verdade mesmo é que alguns astros e estrelas do céu hollywoodiano passaram pela capital potiguar, nos anos em que a cidade estava cheia de pracinhas americanos a mobilizarem uma maquina de guerra, tendo uma base aqui como abastecedora dos aviões que iam para o front.

Em livros, ou outros meios de comunicação, já foi dito que estiveram alguns dias ou passaram por Natal, nos anos 40 do século passado, os seguintes atores: Clark Gable, Tyrone Power, Rodolfo Valentino (difícil este, pois faleceu antes), James Stewart, Humphrey Bogart, Henry Fonda, Buster Crabbe, Bruce Cabot, Joel Mccrea, Nelson Eddy, Frederick March, Jack Benny, Don Ameche, Franchote Tone, Joe E. Brown (o “Boca Larga”). Dentre as atrizes: Jeanette Mac Donald, Paulette Godard, Ilona Massey, Martha Ray, kay Francis.

Se se fizer uma pesquisa aprofundada nos jornais da época, encontrar-se – á a confirmação de algumas presenças. Joe E. Brown, por exemplo, que no livro “Natal, USA”, de Lenine Pinto, é descrito como biritando num bar da Rua Dr. Barata, em cena flagrada por Luiz G.M. Bezerra, de fato passou por aqui, em Novembro de 1943. O jornal “A República”, de 14 de Novembro de 1943, registra: “Continua ainda nesta capital, tendo ontem passado pela cidade o conhecido ator cinematográfico Joe E. Brown, que me Parnamirim teve oportunidade de realizar animado show para os soldados ali acantonados. O popular e festejadíssimo” Boca Larga” participou ontem, de um animado banho na praia de Areia Preta, e em seguida almoçou no Restaurante “Lido”, sendo ali, como na Rua Dr. Barata, cercado de grande números de fãs.

O comediante do cinema norte-americano concedeu autógrafos e posou para os fotógrafos em companhia de diversos populares. Antes, haviam transitado por Natal os artistas Jckie Coogan e Joel Mac Crea, este ultimo em dias da semana passada.” O motivo da passagem de alguns destes atores por Natal, era devido ao trabalho não artístico, já que eram também pracinhas. James Stewart e Henry Fonda, por exemplo, com certeza foram vistos no cassino de Natal, pois o que não falta em suas biografias são fotos deles vestidos com farda militar de verdade, se preparando para os combates Atlântico a fora.

Dentre as atrizes, uma que pode ser comprovado documentadamente que passou por Natal foi Kay Francis, a estrelinha do filme “O Homem Que Se Perdeu”, dirigido por Edward Ludwig. Em Maio de 1945, quando a guerra estava perto de terminar, ela passou por Natal (talvez ainda com aquele objetivo de imprimir na mente dos natalenses a ideologia e as imagens do seu país). Venturelli Sobrinho era um militar brasileiro, colaborador do jornal “A República”. Encantou-se com ela, e escreveu um artigo com rasgados elogios, para o jornal. A atriz, emocionadamente grata, escreveu uma carta ao militar jornalista. Em “A República de 06 de Maio de 1945, era publicado:

UMA ESTRELA EM NATAL
Em agradecimento ao “suelto” que com o título acima nosso colaborador Venturelli Sobrinho homenageou kay Francis, pelas nossas colunas, no dia 24 de Abril findo, a brilhante estrela de Hollywood enviou-lhe de Parnamirim, por intermédio do Capitão Thomas Lee, distinto aviador americano e tradutor do “suelto” para o inglês, a seguinte missiva, que traduzimos daquele idioma:

“United States Army, 30-4-45. Caro Major Ventureççi: Acabo de regressar a Natal, para uma curta parada, e, antes d continuar minha “tournée”, mostraram-me uma tradução do seu artigo publicado no seu jornal (“A República”). Esta constitue uma pequena inadequada nota de agradecimento, pois desejava a oportunidade de demonstrar-lhe pessoalmente o meu apreço, mas sou obrigada a continuar minha viagem. Possivelmente, alguma vez no futuro, ainda o encontrei. Espero sinceramente que o seja.
Cordialmente,
Kay Francis.

NOTA: texto de José Anchieta Fernandes

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

CONVITE

Os Correios têm a honra de convidar V.Sª para o lançamento do selo comemorativo alusivo ao centenário do nascimento de Carmem Miranda, que ocorrerá no próximo sábado, 14/11, às 20h30, no Praia Shopping, em Ponta Negra, em Natal/RN., antecedendo à programação musical daquele Shopping. Após o ato formal de lançamento do selo, haverá um show da cantora Lene Macedo, que cantará exclusivamente músicas que fizeram sucesso na voz de Carmem Miranda.

Atenciosamente,

Alex Torres de Sousa
Seção de Promoção de Vendas e Filatelia
SPVF/GEVEN/DR/RN

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

0030 - MALÈNA

TÍTULO ORIGINAL: Malèna, 2000, Itália
DIREÇÃO: Giuseppe Tornatore
ROTEIRO: Giuseppe Tornatore
ESTÓRIA: Luciano Vincenzoni
ESTRÉIA: 27 de outubro de 2000 (Itália). 16 de março de 2001 (Brasil).

ELENCO: Monica Bellucci, Giuseppe Sulfaro, Luciano Federico, Matilde Piana, Pietro Notarianni, Gaetano Aronica, Gilberto Idonea, Angelo Pellegrino, Gabriella Di Luzio, Pippo Provvidenti, Maria Terranova, Marcello Catalano, Elisa Morucci, Domenico Gennaro, Vitalba Andrea, Giuseppe Pattavina, Franco Catalano, Daniele Arena, Giovanni Litrico, Gianluca Guarrera, Michel Daniel Bramanti, Giuseppe Zizzo, Totò Borgese, Emanuele Gullotto, Aurora Quattrocchi, Claudia Muzi, Ornella Giusto, Conchita Puglisi, Noemi Giarratana, Paola Pace, Lucia Sardo, Adelaide Alessi, Angelo Battista, Vanni Bramati, Claudio Castrogiovanni, Alessandro Cremona, Lazzaro Croce, Patrizia De Libero, Maria Teresa Di Clemente, Francesco Drago, Giovanni Febraro, Fabrizio Ferracane, Sebastiana Fichera, Sebastiano Fisichella, Angelo Fortuna, Antonio Fulfaro, Turi Killer, Giuseppe Luciano, Chiara Marchese, Salvatore Martino, Giovanni Martorana, Antonio Pellegrino, Claudio Piano, Antonello Puglisi, Carmela Pulvirenti, Adriana Rizza, Roberto Rizza, Giada Salesi, Orio Scaduto, Agostino Scuderi, Sergio Seminara, Fausto Siddi, Vincenzo Terranova, Agatino Ursino, e Noam Morgensztern (sem crédito).

MEU COMENTÁRIO: Confesso que não se lembrava de ter visto este filme. E se a ficha não me engana foi em VHS. Só agora “fuçando” meu arquivo encontrei “Malèna”. Que maravilha! Mesmo considerando um plágio do filme “Houve uma vez um verão" (Summer of '42/1971/de Robert Mulligan) o filme é muito bom. Monica Bellucci dá um “banho” de sensualidade. Aliás, a boca dela é um verdadeiro atentado ao pudor...

NOTA: ****

0029 - O IMPERADOR DO NORTE

TÍTULO ORIGINAL: Emperor of the North Pole
DIREÇÂO: Robert Aldrich
ROTEIRO: Christopher Knopf
ESTÓRIA: Jack London
ESTRÉIA: 23 de maio de 1973 (USA).

ELENCO: Lee Marvin; Ernest Borgnine, Keith Carradine, Charles Tyner, Malcolm Atterbury, Simon Oakland, Harry Caesar, Hal Baylor, Matt Clark, Elisha Cook Jr., Joe Di Reda, Liam Dunn, Diane Dye, Robert Foulk, James Goodwin, Raymond Guth, Sid Haig, Karl Lukas, Edward McNally, John Steadman, Vic Tayback, Dave Willock.
ELENCO SEM CRÉDITO: Don Blackman; Jack Collins, Richard Daughty, Bennie E. Dobbins, Joe Haworth, Lance Henriksen, Harry Hickox, Bern Hoffman, James Kingsley, George McFadden, Ralph Montgomery, Hal John Norman, Danny 'Big Black' Rey, Wayne Sutherlin, Forrest Wood.

DUBLÊS (sem créditos): Bennie E. Dobbins; Jerry Gatlin, Chuck Hayward, James Kingsley, Walter Scott.
MEU COMENTÁRIO: excelente filme de ação, contado a estória de um vadio que vive de pegar “morcego” em trens de carga. Perfeita reconstituição da época, onde miseráveis lutam desesperadamente para sobreviverem a Depressão americana dos anos 20/30. O duelo final, entre Marvin e Borgnine – de atuação impagável - sobre um trem em movimento, é de tirar o fôlego.

MINHA NOTA: ****

MEU OSCAR VAI PARA... Lee Marvin e Ernest Borgnine.

0028 - TORA! TORA! TORA!

TÍTULO ORIGINAL: Tora! Tora! Tora!
DIREÇÃO: Richard Fleischer. Kinji Fukasaku e Toshio Masuda (Seqüência japonesa).
ROTEIRO: Larry Forrester; Hideo Oguni, Ryûzô Kikushima, Gordon W. Prange, Ladislas Farago. Akira Kurosawa (sem crédito) escreveu aseqüência japónesa.
ESTRÉIA: 23 desetembro de 1970 (USA), 16 de novembro de 1970 (Brasil).

ELENCO: Martin Balsam; So Yamamura, Joseph Cotten, Tatsuya Mihashi, E.G. Marshall, Takahiro Tamura, James Whitmore, Eijiro Tono, Jason Robards, Wesley Addy, Director: Toshio Masuda, Kinji Fukasaku.

MEU COMENTÁRIO: Um dos maiores e melhores filmes sobre a II Guerra Mundial, retratando o ataque japonês a base norte-americana de Pearl Harbor, no Avaí. A ousadia nipônica no Pacífico em sua campanha aeronaval. Cenas impressionantes e chocantes. Elenco primoroso - tanto o americano quanto o japonês. O drama da guerra exposto no rosto do veterano So Yamamura o faz o meu ator preferido, no filme.

NOTA: *****

MEU OSCAR VAI PARA... Sô Yamamura

NOTA: a expressão “Tora! Tora Tora! foi utilizado no ataque japonês a Pearl Harbor em 7 de Dezembro de 1941. Literalmente significa TIGRE, TIGRE, TIGRE... Mas na verdade esse era apenas um código dos japoneses para os japoneses, para iniciar a famosa investida contra os EUA em Pearl Harbor.

0026 - O ÚLTIMO POR DO SOL

TITÚLO ORIGINAL: The Last Sunset, 1961, USA
DIREÇÃO: Robert Aldrich
ROTEIRO DE: Dalton Trumbo
UMA NOVELA DE: Howard Rigsby
ESTRÉIA: 7 de Juhno de 1961 (USA).

ELENCO: Rock Hudson, Kirk Douglas, Dorothy Malone, Joseph Cotten, Carol Lynley, Neville Brand, Regis Toomey, James Westmoreland, Adam Williams, Jack Elam, John Shay, José Frowe, Margarito Luna, José Torvay, Jorge Treviño, Manuel Vergara 'Manver'.

MEU COMENTÁRIO: Um dos maiores dramas contado pelo cinema, ambientando no “Velho Oeste”, este filme mostra como uma mulher é capaz de destruir a vida de um homem - quase a consumação de um ato de incesto causado por uma mentira. Belíssima fotografia de Ernest Laszlo, e a trilha sonora com músicas tradicionais do México - organizadas por Ernest Gold. Destaque para a vilania do conhecidíssimo Jack Elam. O desempenho de Kirk Douglas. A beleza juvenil de Carol Lynley. Rock Hudson faz apenas seu papel de “bonitão das tapiocas”. Os demais do elenco dão seu recado certinho, embora o papel do veterano Joseph Cotten seja desastroso. Não me convenceu.

NOTA: *****

MEU OSCAR VAI PARA... Kirk Douglas e Dorothy Malone

0027 - CARAVANA DE BRAVOS

TÍTULO ORIGINAL: Wagon Master, 1950, USA
DIREÇÃO: Jonh Ford
ROTEIRO: Patrick Ford e Frank Nugent
ESTÓRIA DE (sem crédito): John Ford
ESTRÉIA: 19 de abril de 1950 (USA)

ELENCO: Ben Johnson; Joanne Dru, Harry Carey Jr., Ward Bond, Charles Kemper, Alan Mowbray, Jane Darwell, Ruth Clifford, Russell Simpson, Kathleen O'Malley, James Arness, Francis Ford, Fred Libby, Jim Thorpe, Mickey Simpson, Cliff Lyons, Hank Worden, Don Summers, Movita Castaneda, Chuck Hayward e Frank McGrath (ambossem crédito).


DUBLÊS (sem crédito): Chuck Hayward; Bryan 'Slim' Hightower, Billy Jones, Eddie Juaregui, Fred Kennedy, Cliff Lyons, Frank McGrath, Post Park, Gil Perkins, e Ray Thomas.

MEU COMENTÁRIO: Dizem os entendidos que este era o filme preferido de Ford. É a história de um grupo de mórmons em busca da “Terra Prometida”, procurando quem os guie por terras indígenas. Um filme simples, sem efeitos especiais e sem defeitos especiais. A fotografia, em branco & preto, de Bert Glennon é perfeita. Músicas folclóricas sob a competência de Richard Hageman; muita ação e tensão. Um filme gostoso de ver. Destaque para as atuações, ainda em começo de carreira, de Bem Johnson, Harry Carey Jr e Joanne Dru. Além dos veteranos da "Ford Stock Company" Ward Bond, Charles Kemper, Alan Mowbray, Jane Darwell, Russell Simpson, Francis Ford, entre outros.

NOTA: ****

PERFIL: FELICIA FARR

NOME: Felicia Farr
NASCIMENTO: 4 de outubro de 1932
CIDADE/PAÍS: Westchester County, New York, USA
FILMOGRAFIA: 41 filmes.

0025 - GUNGA DIN

TÍTULO ORIGINAL: Gunga Din, 1939, USA

DIREÇÃO: George Stevens

ROTEIRO DE: Joel Sayre e Fred Guiol

ESTÓRIA DE: Ben Hecht e Charles MacArthur

BASEADO EM POEMA DE: Rudyard Kipling

CONTRIBUIÇÕES AO ROTEIRO (sem crédito): Lester Cohen, John Colton, William Faulkner, Vincent Lawrence, Dudley Nichols, e Anthony Veiller

ESTRÉIA: 17 de fevereiro de 1939 (USA)

ELENCO: Cary Grant, Victor McLaglen, Douglas Fairbanks Jr., Sam Jaffe, Eduardo Ciannelli, Joan Fontaine, Montagu Love, Robert Coote, Abner Biberman, Lumsden Hare.

ELENCO SEM CRÉDITO: John Alban, Charles Bennett, Joe De La Cruz, George Du Count, Ann Evers, Richard Farnsworth, Olin Francis, Bryant Fryer, Sam Harris, Jamiel Hasson, Cecil Kellaway, Frank Leyva, Audrey Manners, Joe McGuinn, Fay McKenzie, Lal Chand Mehra, Thom Metzetti, Art Mix, Clive Morgan, Satini Pualoa, George Regas, Allen Schute, Reginald Sheffield, Paul Singh, Leslie Sketchley, Tom Tamarez, Carlie Taylor, Roland Varno, Bruce Wyndham.

MEU COMENTÁRIO: MEU COMENTÁRIO: Sabe aquela pessoa que alimenta um sonho, realiza e em seguida morre? Gunga Din. Seu sonho era deixar de ser agüeiro do Regimento para ser corneteiro. E tudo acontece na Índia Colonial Britânica. A cena que eu mais gosto é aquela em que Victor McLaglen dá remédio a um elefante com uma simples colher. Hilária!
Destaque para a belíssima atuação de Sam Jaffe, como Gunga Din.

NOTA: *****

MEU OSCAR VAI PARA... Sam Jaffe, Victor McLaglen, Douglas Fairbanks Jr. e Joan Fontaine.

0024 - O FAROL DO FIM DO MUNDO

TITÚLO ORIGINAL: The Light at the Edge of the World, 1971, Espanha
DIREÇÃO: Kevin Billington
ROTEIRO DE: Tom Rowe e Rachel Billington
UMA NOVELA DE: Júlio Vernes
ESTRÉIA: 16 de Julho de 1971 (USA), 29 de outubro de 1971 (Espanha)

ELENCO: Kirk Douglas, Yul Brynner, Samantha Eggar, Jean-Claude Drouot, Fernando Rey, Renato Salvatori, Massimo Ranieri, Aldo Sambrell, Tito García, Víctor Israel, Antonio Rebollo, Luis Barboo, Tony Cyrus, Oscar Davis, Alejandro de Enciso, Martin Uviente, John Clark, Maria Borge, Juan Cazalilla.

MEU COMENTÁRIO: Vi em 1974, no “bostinha”. Achei maravilhoso. Criança é assim mesmo. Mas, recentemente revendo-o em DVD, achei ridículo. O roteiro, baseado em uma história de Júlio Verne, é bom, mas, os efeitos especiais são um verdadeiro horror. Muito mal feito. Contudo há quem goste desta aventura numa ilha no meio do oceano. Salvam-se as atuações de Kirk Douglas e Yul Brynner. Embora não desprezo a performance - meio "crossdressing" - de Jean-Claude Drouot. A paisagem, explorada por Henri Decaë e Cecilio Paniagua não é de se jogar fora.

NOTA **

0023 - HOUVE UMA VEZ UM VERÃO

TÍTULO ORIGINAL: Summer of '42, 1971, USA
DIREÇÃO: Robert Mulligan
ROTEIRO DE: Herman Raucher
ESTRÉIA: 9 de abil de 1971 (Usa). 21 de abil de 1971 (Brasil).

ELENCO: Jennifer O'Neill, Gary Grimes, Jerry Houser, Oliver Conant, Katherine Allentuck, Christopher Norris, Lou Frizzell, Robert Mulligan, Walter Scott, Maureen Stapleton.

MEU COMENTÁRIO: Jesus amado, qual adolescente, nos anos 70, não se apaixonou perdidamente por “Dorothy”? Vou contar meu drama: eu deveria ter entre 12 e 13 anos. O filme tinha censura até 18. Acontece que o projetista do Cine Rio Grande era um grande amigo meu. Muitos antes do filme começar ele me introduziu na sala de projeção, ainda às escuras, e me fez ficar abaixado. Isso para o famigerado comissário de menor, o terror da época da ditadura, não me achar e botar para fora, sob ameaças de “prender e chamar os pais” - havia um safado desses, no Cine Rex, que tomava nossos gibis alegando ser proibido trocá-los. Depois descobrimos que o “larápio” levava as revistas apreendidas para o filho, em casa. Mazelas à parte, o certo é que quando vi “Dorothy” me apaixonei a primeira vista. E, aqui pra nós e a galera ”onanista”, ela foi minha “namorada” por muitas longas e deliciosas noites.
A música tema, de Michel Legrand, é uma das pérolas das trilhas sonoras de Hollywood.

NOTA: *****

MEU OSCAR VAI PARA... Jennifer O'Neill e Gary Grimes

terça-feira, 10 de novembro de 2009

0022 - RASTROS DE ÓDIO

TÍTULO ORIGINAL: THE SEARCHERS, 1956, USA

DIREÇÃO: John Ford

ELENCO: John Wayne (Ethan Edwards); Jeffrey Hunter (Martin Pawley), Vera Miles (Laurie Jorgensen), Ward Bond (capitão Rev. Samuel Johnson Clayton), Natalie Wood (Debbie Edwards adolescente), John Qualen (Lars Jorgensen), Olive Carey (Senhora Jorgensen), Henry Brandon (Chefe Scar), Ken Curtis (Charlie McCorry), Harry Carey Jr. (Brad Jorgensen), Antonio Moreno (Emilio Figueroa), Hank Worden (Mose Harper), Beulah Archuletta (Vôo selvagem do ganso no céu noturno - Look), Walter Coy (Aaron Edwards), Dorothy Jordan (Martha Edwards), Pippa Scott (Lucy Edwards), Pat Wayne (tenente Greenhill), Lana Wood (Debbie Edwards criança).

ELENCO SEM CRÉDITO: Ruth Clifford (mulher louca no forte), Dan Borzage (acordionista no funeral), Tommy Doss (músico do casamento), Nacho Galindo (Bárman mexicano ), Chuck Hayward (presente no casamento), Robert Lyden (Ben Edwards), Cliff Lyons (coronel Greenhill), Peter Mamakos (Jerem Futterman, proprietário do posto de trocas), ), Jack Pennick (sargento no forte), Mae Marsh (mulher que cuida da louca no forte), Lloyd Perryman (músico no casamento), Chuck Roberson (presente no casamento), William Steele (Ed Nesby), Chief Thundercloud (chefe comanche), Frank McGrath, Terry Wilson.

ÍNDIOS COMANCHES: Away Luna, Billy Yellow, Bob Many Mules, Exactly Sonnie Betsuie, Feather Hat Jr., Harry Black Horse, Jack Tin Horn, Many Mules Son, Percy Shooting Star, Pete Gray Eyes, Pipe Line Begishe, Smile White Sheep.

ROTEIRO: Frank S. Nugent

ORIGINAL DE: Alan LeMay

PRODUÇÃO: Merian C. Cooper e Patrick Ford

MÚSICA: Max Steiner

DEPARTAMENTO MUSICAL: Murray Cutter

FOTOGRAFIA: Winton C. Hoch

EDITOR: Jack Murray

DIREÇÃO DE ARTE: James Basevi e Frank Hotaling

DECORAÇÃO DO SET: Victor Gangelin

ESTELISTA (sem crédito): Charles Arrico

MAQUILAGEM: Web Overlander

CABELELEIRO: Fae Smith

GERÊNCIADE PRODUÇÃO: Lowell J. Farrell

ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Wingate Smith

2º ASSISTENTE DE DIRETOR (sem crédito): Gary Nelson

DEPARTAMENTO DE ARTE: Dudley Holmes

SOM: Hugh McDowell e Howard Wilson

EFEITOS ESPECIAIS: George Brown

DUBLÊS (sem crédito): Bill Cartledge, Philip Crawford, Dick Dial, Chuck Hayward, Bryan 'Slim' Hightower, John Hudkins, Fred Kennedy, Cliff Lyons, Frank McGrath, Chuck Roberson, Dale Van Sickel, Henry Wills, Terry Wilson, Billy Yellow, Jack N. Young

CÂMERAE DEPARTAMENTO ELÉTRICO: Alfred Gilks

GUARDA-ROUPA: Frank Beetson (homens), e Ann Peck (mulheres)

SUPERVISOR DE SCRIPT: Robert Gary

CONSULTOR TÉCNICO DE CORES: James Gooch

ESTRÉIA: 13 Março de 1956 (USA), e 7 Maio de1956 (Brasil)


MEU COMENTÁRIO: A primeira vez que vi Rastros de Ódio foi quando a Rede Globo exibia clássicos do faroeste em suas tardes de sábados. E, confesso, sou incapaz de dizer quantas vezes voltei a vê-lo. Já cheguei a cinco vezes em três dias. Parece coisa de louco. É um filme bonito sob todos os aspectos. Fala de unidade familiar. Persistência. Lealdade. Objetivos a serem seguidos. O colorido da película e a paisagem do Monument Valley são atrações à parte. O elenco primoroso com a marca ”Ford”. A crítica francesa elevou esta obra à categoria de melhor faroeste de todos os tempos.

NOTA: *****

MEU OSCAR VAI PARA... Todo o elenco

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

0021 - ESTÍGMA DA CRUELDADE

TÍTULO ORIGINAL: The Bravado, 1958, USA

DIREÇÃO: Henry King

ROTEIRO DE: Philip Yordan

BASEADO NUMA NOVELA DE: Frank O'Rourke

ELENCO: Gregory Peck, Stephen Boyd, Joan Collins, Albert Salmi, Henry Silva, Lee Van Cleef, George Voskovec, Barry Coe, Kathleen Gallant, Herbert Rudley, Andrew Duggan, Ken Scott, Gene Evans, e The Niños Cantores De Morelia Choral Group.

ELENCO SEM CÉDITO: Robert Adler, Ada Carrasco, Alicia del Lago, Joe DeRita, Jacqueline Evans, Juan García, María Gracia, Robert Griffin, Jack Mather, e Jason Wingreen.



MEU COMENTÁRIO: Um dos maiores clássicos do faroeste - há muitos anos venho tentando vê-lo. Finalmente com o milagre do DVD, consegui. A trama é de tirar o fôlego. Um final surpreendente. Recomendo!


NOTA: *****

MEU OSCAR VAI PARA... Gregory Peck

NOTA: há uma pequena participação (sem crédito) da atriz Beulah Archuletta. A índia gorda que casa com Jeffrey Hunter em "Rastros de Ódio" (The Searchers). Ela aparece numa cena em uma "cantina" mexicana.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

JOHN WAYNE NA NOITE DOS 80 ANOS DO OSCAR...

E o que devo dizer sobre a festa do Oscar? Fraca, como sempre! Perdi duas horas do meu precioso sono só pra ver os europeus serem premiados.

Eu vejo que a festa acabou para os americanos. Bem feito! Quem manda deixar entrar penetras? Estou cansado de dizer que o Oscar é uma festa do Cinema Americano, para premiar o Cinema Americano. Ah, e ainda houve aquele blá, blá, blá de José Wilker. Achei muito fraco o "convidado especial da TV Globo". Wilker é muito bom para quem não entende de cinema. Contudo, se salvou a beleza da apresentadora.

Em 1998, por ocasião os 70 Anos da Academia, a festa foi bem melhor. Vários premiados do passado compareceram ao evento. Este ano, nem isso.

John Wayne deu o ar de sua graça (in memoriam) no momento em que entregou o merecido Oscar a Joanne Woodward pelo filme As três Faces de Eva (The Three Faces of Eve's/1957), de Nunnally Johnson. Depois Wayne apareceu agradecendo o seu prêmio pelo filme Bravura Indômita (True Grit/1969), de Henry Hathaway. Detalhe: fica definitivamente decidido que Festa de Entrega do Oscar, para mim, nunca mais!

Nota: texto oginalmente escrito em 25/02/2008 por ocasião da festa dos 80 Anos do Oscar.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

COISAS DE CINEMA EM CHARGE... Por Adão

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

APACHE EXPRESS - EDIÇÃO COMEMORATIVA

Em maio/junho de 2002, por ocasião dos 95 anos de nascimento de John Wayne, publiquei o último fanzine Apache Express impresso.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

PERSONAGENS DA HISTÓRIA DO CINEMA: QUASÍMODO

Trágico herói criando por Victor Hugo, Quasímodo é umas das personagens mais intrigante da História do Cinema. Atores digladiam para vivê-lo nas telas como um desafio em suas carreiras. Lon Chaney (em 1923); Charles Laughton (em 1939), Anthony Quinn (em 1956), e Anthony Hopkins (em 1982 para a TV) - entre tantos outros – deram vida a este que é mundialmente conhecido como O Corcunda de Notre Dame.

O primeiro a vivê-lo foi Henry Vorins no filme Esmeralda/1905, de Alice Guy e Victorin-Hippolyte Jasset. O último – até o presente – é Giò Di Tonno, em 2002 parta a TV. A importância da história é tanta que há também uma versão em desenho da Disney de 2006, destinada ao seu público infantil.

Seja quem o faça, o solitário tocador de sinos da catedral de Paris continuará causando fascínio, medo e ternura. Pois, por trás da figura horripilante há uma alma cheia de virtudes.

Abaixo fotos dos quatro grandes atores mais importantes que contaram esta história. Qual o seu preferido?

Lon Chaney

Charles Laughton

Anthony Quinn

Anthony Hopkins

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

HENRI VERNEUIL: RECONHECENDO VALORES

Certa vez perguntaram ao diretor Henri Verneuil se ele tinha algo a lamentar sobre seu período em Hollywood. Ele respondeu:

“Lamento não ter dirigido filmes com John Wayne”.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

PETISCOS APETITOSOS




Nos anos 60 uma lanchonete de Nova York exibia, penduradas em um nicho, fotografias de Virna Lisi, Claudia Cardinale, Sophia Loren e Gina lollobrigida, junto com o seguinte letreiro: "FAMOSOS PETISCOS DA ITÁLIA."

FRASES E CITAÇÕES

" A idade não tem a menor importância, a não ser que você seja um queijo." - Helen Hayes

Quando seu advogado lhe telefonou avisando de um boato de sua morte, Bette Davis respondeu: “Com a essa greve dos jornais, isso nem me passaria pela cabeça.”

"A alegria de viver é o melhor cosmético da mulher." - Rosalind Russell

MASSAS

No primeiro longa metragem da dupla O Gordo e O Magro (Stan Laurel e Oliver Hardy), foram utilizadas 400 tortas para um jogar no outro.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

EXPRESSÕES FACIAIS

“Garimpando” em um sebo da cidade encontrei este raro livro intitulado FISIOGNOMONIA, de Constantino Grecco. Destinado aos estudiosos do caráter humano. Lançado em 1963, traz em uma de suas páginas o rosto de John Wayne como um dos seus muitos exemplos.




COISAS DE CINEMA EM CHARGE... Por Marco


EU NA TRIBUNA



Logo depois que organizei o Rio Grande –Fã-Clube – John Wayne, em 1996, o jornal Tribuna do Norte, de Natal, em sua Edição de domingo, 13 de abril de 1997 fez uma entrevista comigo publicada nas páginas do seu Caderno VIVER. O entrevistador foi o jornalista Carlos Magno Fernandes.

RELÍQUIAS DO CINE RIO GRANDE




Quando foi exibido em Natal no início dos anos 50, no Cine Rio Grande, o filme CASBAH, O REDUTO DA PERDIÇÃO teve este lobby card distribuído nas ruas da cidade. Relíquia encontrada em meus arquivos de cinema antigo. Uma loja de tintas fez o patrocínio.

sábado, 17 de outubro de 2009

A LISTA DE *EDSON

Atendendo a um pedido, o meu amigo Edson Aquino me enviou sua lista dos seus Dez Melhores Filmes de todos os tempos, acompanhada dos seus dez diretores preferido. Pela tal lista o vemos como um saudosista fordiano...

01 - RASTROS DE ÓDIO (The Searchers/1956), de John Ford
02 – OS BRUTOS TAMBÉM AMAM (Shane/1953), de
03 – RIO VERMELHO (Red River/1948), de Howard Hawks e Arthur Rosson
04 – COMO ERA VERDE O MEU VALE (How Green Was My Valley/1941), de John Ford
05 – O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA (The Man Who Shot Liberty Valance/1962), de John Ford
06 – A UM PASSO DA ETERNIDADE (From Here to Eternity/1953), de Fred Zinnemann
07 – WINCHESTER 73 (Winchester '73/1950), de Anthony Mann
08 E O VENTO LEVOU (Gone with the Wind/1939), de Victor Fleming; George Cukor, e Sam Wood
09 – A FELICIDADE NÃO SE COMPRA (It's a Wonderful Life/1946), de Frank Capra
10 – CINEMA PARADISO (Nuovo cinema Paradiso/1988), de Giuseppe Tornatore

01 - John Ford
02 - Anthony Mann
03 - Budd Boetticher (na foto com John Wayne e Randolph Scott)
04 - Delmer Daves
05 - Frank Capra
06 - Clint Eastwood
07 - Henry Hathaway
08 - Howard Hawks
09 - Vitorio de Sica
10 - Tim Burton

* Edson Aqui é professor de químa e física.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

UM MINUTO DE SILÊNCIO PARA...

Al Martino (1927-2009)

ESTRELANDO... CLAIRE TREVOR

Quando “Dallas” apareceu como uma das passageiras da diligência de Ford, em 1939, ostentando um moderno penteado para cima, revolucionou as cabeças femininas americanas que correram aos salões de cabeleireiros em busca do novo visual. A equipe de maquiagem, comandada por Carmen Derigo, seguindo a recomendação do renomado estilista Walter Plunkett, que havia feito o vestido, fez Claire Trevor viver uma mulher “avançada”, na moda de 1885 - ela mesma ficou tão impressionada que o repetiu em outros filmes.

NO TEMPO DAS DILIGÊNCIAS (Stagecoach) foi seu primeiro filme com John Wayne. Depois fizeram O PRIMEIRO REBELDE (Allegheny Uprising/1939), de William A. Seiter; COMANDO NEGRO (Dark Command/1940), de Raoul Walsh, e UM FIO DE ESPERANÇA (The High and the Mighty/1954), de William A. Wellman. Por este trabalho foi mais uma vez indicada ao Oscar.

Claire Trevor nasceu a 8 de março de 1910, na cidade de Nova York. Estreou no teatro em 1931 e no cinema em 1933 em um filme de Louis King: “Life in the Raw”. Tornou-se uma das atrizes mais solicitadas para papéis coadjuvantes nas décadas de 40 e 50. E era uma das atrizes preferidas dos americanos. E do diretor Allan Dwan. Trabalhou em clásisco como INFÂMIA (The Mad Game/1933), de Irving Cummings; LEVADA DA BRECA (Hold That Girl/1934), de Hamilton MacFadden, SEDUÇÃO DE OURO (Black Sheep/1935), de Allan Dwan, A NAVE DE SATÃ (Dante's Inferno/1935), de Harry Lachman, UMA RIVAL PERIGOSA (Navy Wife/1935), de Allan Dwan, CARGA HUMANA (Human Cargo/1936), de Allan Dwan, JÓIAS FUNESTAS (Fifteen Maiden Lane/1936), de Allan Dwan, CANTOR DANÇARINO (Song and Dance Man/1936), de Allan Dwan, BECO SEM SAÍDA (Dead End/1937), de William Wyler - onde foi indicada ao Oscar de melhor atriz. Entretanto o prêmio só viria por seu trabalho como uma ex-cantora que se entrega ao alcoolismo em PAIXÕES EM FÚRIA (Key Largo/1948), de John Huston. Ainda a vemos em filmes como ATÉ A VISTA, QUERIDA (Murder, My Sweet/1944), de Edward Dmytryk, A DEUSA DO MAL (The Lucky Stiff/1949, de Lewis R. Foster, HOMEN SEM RUMO (Man Without a Star/1955), de King Vidor, A MALDIÇÃO DA MONTANHA (The Mountain /1956), de Edward Dmytryk, A CIDADE DOS DESILUDIDOS (Two Weeks in Another Town/1962), de Vincente Minnelli, COMO MATAR SUA ESPOSA (How to Murder Your Wife/1962), de Richard Quine. E muitos outros. Sua última participação no cinema foi em MEU ADORÁVEL FANTASMA (Kiss Me Goodbye/1982), de Robert Mulligan. A atriz também participou de várias séries de TV e ganhou um “Emmy” como melhor atriz.

Claire faleceu em 8 de abril de 2000, em Newport Beach, California.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

CO-ESTRELANDO... YAKIMA CANUTT


Repare bem nas duas fotos acima. Trata-se de Yakima Canutt. O homem que inventou dublês em Hollywood. O que ele fez no filme No Tempo das Diligências (Stagecoach/1939) só foi repetido 42 anos depois e significou o auge do heroísmo no cinema em todos os tempos. Aliás, ele fez a cena duas vezes. Uma como um dos apaches que atacam os cavalos da carruagem, e outra dublando John Wayne saltando sobre os cavalos até chegar a dominar os da frente. Ele tinha de cair dos cavalos no meio das rodas da diligência e capturá-la novamente. Provalvente Ford havia visto o feito em outro filme, A LEI DO GATILHO/CORAÇÃO DE AÇO (Blue Steel), quando "Yak", dublando Wayne, salvou Eleanor Hunt das patas dos cavalos de uma carroça desgovernada.

Em seu livro “Stagecoach” Edward Buscombe diz: “A tarefa mais difícil que lhe coube no filme foi a de interpretar o apache que salta sobre o cavalo condutor da primeira parelha. A uma velocidade 70 km por hora (...). A segunda parte da proeza era ainda mais difícil. Uma vez escarrapachado no cavalo condutor da primeira parelha, Canutt, como apache, é alvejado por Ringo (John Wayne). Nós os vemos cair sob os cascos dos cavalos, sendo arrastado enquanto se segura nos arreios até que, finalmente, numa única tomada que confirma a autenticidade da ação, sem trucagens, ele larga os arreios, e cavalos e diligência passam por cima dele, a câmera fazendo uma varredura para trás para mostrá-lo rolando para o lado e levantando-se devagar sobre os joelhos, como se estivesse ferido”. Só para se ter uma idéia, em 1980 o dublê Terry Leonardo tentou a proeza e o que conseguiu foram tendões e músculos destruídos. O próprio John Ford considerou as cenas tão ousadas e perigosas que mandou instalar três câmeras – para a montadora Dorothy Spencer aproveitá-las de diversos ângulos – sabendo que não podiam ser repetidas. Ali foi o primeiro encontro dos dois. E sua contribuição ao filme foi tão grande que o “mestre” o manteve por perto em muitos dos seus filmes dalí em diante.

Enos Edward Canutt nasceu a 29 de novembro de 1895, em montes do rio de serpente, perto de Colfax, Washington. Começou em rodeios. Aos 11 anos já havia ganhado prêmios. Aos 15 já era um campeão. Em 1915 fez sua estréia – como dublê - no filme Foreman of Bar Z Ranch. Dirigido e estrelado por nada menos que Tom Mix. Outro grande aventureiro. E não parou mais. Oficialmente foram 220 filmes, mas há registros que afirmam mais de 500 - com os nomes de Yakima Cannut, Yakima Cannutt, Yakima Canute, 'Yakima' Canutt, Yakina Canutt . Ora como dublê, ator, roteirista, produtor ou diretor assistente. Em "Bem-Hur" (idem, 1959), William Wyler, por exemplo, dirigiu as cenas da corrida de quadrigas. Passou 6 meses treinando os cavalos - um por um e depois em parelhas - e os atores, para que o público apreciasse a corrida, que na tela só dura 12 minutos. Canutt também trabalhou em clássicos como "E o Vento Levou" (Gone with the Wind/1939), de Victor Fleming, George Cukor e Sam Wood, "Spartacus" (idem/1960), de Stanley Kubrick e Anthony Mann, "El Cid" (idem/1961) de Anthony Mann, entre outros.

Com John Wayne, Canutt - o primeiro da esquerda para a direita - fez 39 filmes (como ator, dublê ou como diretor da segunda unidade):
-A ÁGUIA DE PRATA (Shadow of the Eagle/1932), de Ford Beebe e B. Reeves Eason (sem cédito)
-O EXPRESSO DA AVENTURA (The Hurricane Express/1932), de J.P. McGowan e Armand Schaefer
-NA TRILHA DO TELÉGRAFO (The Telegraph Trail/1933), de Tenny Wright
-OS TRÊS MOSQUETEIROS (The Three Musketeers/1933), de Colbert Clark e Armand Schaefer
-NA PISTA DO TRAIDOR/O CAVALEIRO DO DESTINO (Riders of Destiny/1933), de Robert N. Bradbury
-JUSTIÇA SELVAGEM/NA TRILHA DA VERDADE (Sagebrush Trail/1933 ), de Armand Schaefer
-SORTE DE VERDADE (The Lucky Texan/1934), de Robert N. Bradbury
-ARMANDO O LAÇO (West of the Divide/1934), de Robert N. Bradbury
-A LEI DO GATILHO/CORAÇÃO DE AÇO (Blue Steel /1934), de Robert N. Bradbury
-O TORNEIO DA MORTE/O HOMEM DE UTAH (The Man from Utah/1934), de Robert N. Bradbury
-A FERRO E FOGO (Randy Rides Alone /1934), de Harry L. Fraser
-SOMBRA DE SANGUE (The Star Packer/1934), de Robert N. Bradbury
-PRA LÁ DA ESTRADA (The Trail Beyond/1934), de Robert N. Bradbury
-FRONTEIRAS SEM LEI (The Lawless Frontier/1934), de Robert N. Bradbury
-SOB O CÉU DO ARIZONA ('Neath the Arizona Skies/1934), de Harry L. Fraser
-TEXAS TERROR/1935, de Robert N. Bradbury
-O CAMINHO DO DESERTO (The Desert Trail/1935), de Lewis D. Collins
-A DIFÍCIL VINGANÇA (The Dawn Rider/1935), de Robert N. Bradbury
-O VALE DO PARAÍSO (Paradise Canyon/1935), de Carl Pierson
-TERRAS VIRGENS (The New Frontier/1935), de Carl Pierson
-DA DERROTA À VITÓRIA (Westward Ho/1935), de Robert N. Bradbury
-PAÍS SEM LEI (Lawless Range/1935), de Robert N. Bradbury
-O REGIME SINISTRO (The Oregon Trail/1936), de Scott Pembroke
-O REI DO RIO PECOS (King of the Pecos/1936), de Joseph Kane
-LIMPANDO A ZONA (The Lonely Trail/1936), de Joseph Kane
-TENACIDADE (Winds of the Wasteland/1936), de Mack V. Wright
-TRAIÇÕES NO DESERTO (Pals of the Saddle/1938), de George Sherman
-BANDIDOS ENCOBERTOS (Overland Stage Raiders/1938), de George Sherman
-FORÇAS E FACAS (Santa Fe Stampede /1938), de George Sherman
-NO TEMPO DAS DILIGÊNCIAS (Stagecoach/1939), de John Ford
-OS TRÊS CAMARADAS (The Night Riders/1939), de George Sherman
-BANDOLEIRO INOCENTE (Wyoming Outlaw/1939), de George Sherman
-COMANDO NEGRO (Dark Command/1940, de Raoul Walsh
-GUERRA DOS PIONEIROS/QUANDO A MULHER SE ATREVE (In Old Oklahoma/War of the Wildcats/1943), de Albert S. Rogell
-AS ABELHAS DO MAR/ROMANCE DOS SETE MARES (The Fighting Seabees/1944), de Edward Ludwig-Dakota (idem/1945), de Joseph Kane
-O ANJO E O MALVADO/O ANJO E O BANDIDO (Angel and the Badman/1947) de James Edward Grant
-ONDE COMEÇA O INFERNO (Rio Bravo/1959), de Howard Hawks
-RIO LOBO (idem/1970), de Howard Hawks.

Yakima Canutt faleceu em 24 Maio de 1986, em North Hollywood, Califórnia. Sua contribuição ao cinema é tanta que o Oscar dos dublês leva seu nome. John Ford o considerava um dos seus mais importantes colaboradores. Budd Boetticher dizia que nunca ninguém montou cavalo como ele. E John Wayne sempre disse que tudo o que sabia aprendeu com “Yak”.

THE DROP KICK - TRUNFO ÀS AVESSAS - 005

005 - TRUNFO ÀS AVESSAS (The Drop Kick, 1927)
DIREÇÃO DE: Millard Webb
HISTÓRIA DE: Katharine Brush
ROTEIRO DE: Winifred Dunn
GÊNERO: Drama
ESTRÉIA NOS ESTADOS UNIDOS: 25 de setembro de 1927

ELENCO: Richard Barthelmess, Barbara Kent, Eugene Strong, Dorothy Revier, Alberta Vaughn, Brooks Benedict, Hedda Hopper, Mayme Kelso, George C. Pearce, James Bradbury (Jr.). Bill Elliott, Al Hill, e Marion Morrison (John Wayne fazendo Jogador de futebol/extra nos carrinhos) - sem créditos

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

MORRE O FILOSOFO DO BECO DA LAMA, HELMUT CÂNDIDO

Essa é uma notícia que o Grande Ponto não gostaria de postar. Na manhã do último sábado (02/05), morreu o poeta e filósofo José Helmut Cândido. Com 76 anos, ele já estava internado no Hospital do Coração, em Natal, desde o início do ano e lutava muito contra um câncer. De poucas palavras, era seu costume perambular pelas vielas e bares do Beco da Lama, onde era fácil ser encontrado tomando umas talagadas de cachaça. Era no chão sagrado do Beco que Helmut gostava de filosofar e escrever seus poemas. Suas tiradas filosóficas eram de graça, mas os poemas eram vendidos a R$ 2 cada. A notícia do falecimento do filósofo Helmut Cândido chegou aos becodalamenses no último sábado, durante as comemorações pela vitória nas eleições da Sociedade dos Amigos do Beco da Lama e Adjacências (Samba). Entre um gole e outro de cerveja, o cineasta Augusto Lula, eleito o novo diretor executivo da entidade, lamentou a morte do filósofo.

Postado por Alex Gurgel em seu blog GRANDE PONTO, em 3 de maio de 2009.


Nota: Confesso que só vim saber desta perda fuçando hoje o blog do colega de Beco Alex Gurgel.

O que devo dizer sobre Helmut? Que era um “fordiano” fundamentalista e fã número 1 de Richard Widmark. Não havia uma só vez em que me encontrasse, geralmente em algum sebo, e não citasse os dois. Sempre com um cigarro agarrado ao seu único dente, uma memória de elefante, falando rouco, pausadamente e baixo. Sabia a filmografia de Ford completa - jamais revelou, mas creio que seu filme preferido, dirigido pelo “mestre”, era Crepúsculo de Uma Raça/Cheyenne Autumn/1964 - clássicos do faroeste e muito, muito mais. Um apaixonado pela Sétima Arte. Certa vez me deu um texto seu (escrito em uma folha de caderno com lápis grafite) sobre o filme No Tempo das Diligências (Stagecoach). Sem medo de errar: uma grande perda para a memória cinéfila natalense.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

HOMENAGEM AO CINEMA

video

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Brigitte Bardot: 75 anos

OS ERROS DE CAHILL


Recentemente escrevi sobre erros grosseiros em cartazes de filmes com John Wayne. Já vi vários. Entre eles Cahill – O Xerife do Oeste (Cahill U.S. Marshal/1973), de Andrew V. McLaglen. As fotos são uma mistura de Rastros de Ódio (The Searchers/1956), de John Ford, e Os Cowboys (The Cowboys/1972), de Mark Rydell. Seria cômico se não fosse trágico...

RIO GRANDE FÃ-CLUBE JOHN WAYNE: papel e envelope

ROMAN POLANSKI: minha solidariedade

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

DEUSAS

ONDE COMEÇA O INFERNO: REAÇÃO

Conta-se que ao ver o filme “Matar ou Morrer” (High Noon/1952), de Fred Zinnemann, Howard Hawks teria se indignado com a covardia da população daquela cidade, deixando o xerife Will Kane (Gary Cooper) em voltas com uma quadrilha comandada por Martin Howe (Lon Chaney).

- “Achei muito falso. Não imagino um bom xerife percorrendo acidade de cabeça baixa, pedindo ajuda, como um covarde”.

John Wayne, outro que não gostou da película de Zinnemann dizia abertamente:

- “Matar ou Morrer é a coisa mais anti-americana que vi em toda a minha vida”. E juntaram-se para fazer Onde Começa o Inferno (Rio Bravo).

ONDE COMEÇA O INFERNO: bastidores



ONDE COMEÇA O INFERNO E RIO BRAVO: desfazendo a confusão

É comum, aqui no Brasil, revistas e jornais citarem o filme Onde Começa o Inferno como "Rio Bravo". Jornalistas e críticos se acham no direito de condenar o título que o filme recebeu aqui. Mas, o que de fato teria acontecido ao filme de Howard Hawks?

Em 1950 o diretor John Ford fechou sua trilogia da Cavalaria Americana com o filme Rio Grande. Estrelado por John Wayne, Maureen O’Hara, Bem Johnson, entre outros. Chegando no Brasil, e estreando no começo de 1951, recebeu o título de Rio Bravo. Quando chegou a vez, de o filme de Hawks, Rio Bravo, também estrelado por John Wayne, estrear, em 4 de maio de 1959, a distribuidora resolveu botar o nome de ONDE COMEÇA O INFERNO, pois o título RIO BRAVO já existia.


O Rio Grande é um dos maiores rios da América do Norte (é o 4º), e serve de fronteira entre os Estados Unidos da América e o México, onde é conhecido como Río Bravo del Norte. Nasce nas montanhas San Juan no Colorado, banha o estado do Novo México e a cidade de Albuquerque e no Texas El Paso. Na fronteira com o México as cidades de Chihuahua, Coahuila, Nuevo León, e Tamaulipas.

NOTA - Nos anos 90, quando foi lançado em VHS – e depois em DVD – o filme de Ford finalmente recebeu o título original: "Rio Grande". Daí mais um motivo para tanta confusão.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

ONDE COMEÇA O INFERNO: 50 ANOS

Há 50 anos o xerife John T Chance e um pequeno grupo de amigos, nada “convencionais” - o bêbado Dude “Borachón” (Dean Martin); o adolescente Colorado Ryan (Ricky Nelson), o velho manco Stumpy (Walter Brennan), o barman Carlos (Pedro Gonzalez-Gonzalez) e a linda jogadora de pôquer Feathers (Angie Dickinson) - limpavam a pequena “Rio Bravo” - fronteira do estado americano do Texas com o México (fictício!) - da quadrilha comandada pelo rico Nathan Burdette (John Russell).

O filme Onde Começa o Inferno (Rio Bravo, de Howard Hawks) foi lançado nos Estados Unidos em 4 de abril de 1959 e no Brasil um mês depois.

O Destaque fica por conta da estonteante beleza de Angie Dickinson.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

UM MINUTO DE SILÊNCIO PARA...


o Cine Rio Grande...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

OS CÃES TAMBÉM AMAM

Recentemente em conversa com um colega cinéfilo discutíamos o “horrível título”, segundo ele, para o filme Shane (1953, de George Stevens), que no Brasil recebeu o nome de OS BRUTOS TAMBÉM AMAM. Inconformado porque, para ele, “Shane” era um amável pistoleiro, procurando outras paragens, tentando mudar o rumo de sua vida.

O que acontece com meu amigo é quase unanimidade entre os apaixonados por aquela película. Ocorre que o título acima não foi dado em função da personagem vivido por Alan Ladd. E sim, por causa de um cachorro, cujo dono, Frank 'Stonewall' Torrey (“Paredão”), vivido por Elisha Cook Jr.,é friamente assassinado por Jack Wilson (Jack Palance) - Aliás, é infantil de minha parte, mas, eu jamais o perdoei pela covardia cometida contra o velho colono. Durante o funeral o cão “chora” e late batendo com a pata no caixão, enquanto este desce à sepultura cavada no solo fértil do Wyoming. A cena é de cortar coração. E reza a lenda de que foi por causa dela que o distribuidor, no Brasil, decidiu dar o polêmico título do filme de “OS BRUTOS TAMBÉM AMAM”.

Em 1963 a morte do pernambucano Raimundo Jacó foi eternizada no “LP” PISA NO PILÃO – FESTA DO MILHO, na voz do eterno Luiz Gonzaga, que registrou, na 4ª faixa do lado “A”, a antológica música A MORTE DO VAQUEIRO. Sua terceira estrofe diz “... Sacudido numa cova/Desprezado do Senhor/Só lembrado do cachorro/Que inda chora a sua dor/É demais tanta dor/A chorar com amor...”

Duas cenas do cotidiano do "Velho Oeste". Uma nos Estados Unidos e outra no Nordeste brasileiro. Coube a George Stevens e Luiz Gonzaga expor a sensibilidade; o sentimento sincero e maior de um “animal bruto”, em relação a seu dono.
*
NOTA: a cena do caixão, no enterro de “Paredão”, foi feita com o verdadeiro dono do cão por dentro. Por isso a insistência do animal batendo com a pata na urna mortuária.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

UM MINUTO DESILÊNCIO PARA...

Patrick Swayze (1952-2009)

sábado, 12 de setembro de 2009

UM MUNDO ANIMADO

Esses dias um colega de trabalho se aproximou lamentando as dificuldades que a vida nos oferece. Concluindo a lamúria dizendo: "Se a vida fosse como os desenhos animados, seria uma delícia..." E relembrou cenas de Pica-Pau - seu fiel companheiro, o cavalo Pé de Pano - e outras entre Frajola e Piu-piu.
Costumo dizer que sou do tempo em que desenho animado era "animado". Ou seja: não havia essa angústia de matar ou a aflição de ser procurado e morto. Como ocorre nos desenhos atuais. Tínhamos diversão: gargalhadas, prazer, e uma combinação criatividade-educação-entretenimento.

Não estou bem certo, mas, no cinema, o meu primeiro foi Aristogatas (The Aristocats, 1970); num domingo à tarde no Cine Olde (em 1974, se não me falha a memória e as anotações do fichário). Também vi Branca de Neve e Os Sete Anões (Snow White and the Seven Dwarfs, 1937). Dumbo (idem, 1941), no luxuoso Cine Nordeste, ou no Panorama (sinceramente, não lembro agora!). Aladim (Aladdin, 1992) e O Rei Leão (The Lion King, 1994), foram os dois últimos em que eu vi no cinema - em um shopping (detesto cinema de shopping!).

Em 1990, em plena era do vídeo, pude ver A Dama e o Vagabundo (Lady and tire Tramp, 1955), A Bela Adormecida (Sleeping Beauty, 1959), A Bela e A fera (Beauty and the Beast, 1991), Cinderela (Cinderella, 1947?), Bambi (idem, 1942), Alô Amigos (Saludos Amigos, 1942,), Você já foi à Bahia? (The Three Caballeros, 1944), Peter Pan (1953), Pinóquio (1940), Alice no País das Maravilhas (1951), e Fantasia (idem, 1940); entre outros. Todos da Disney.

Pela televisão, eu me lembro bem que o primeiro foi OS JETSONS - na segunda metade dos anos 60, no preto & branco da TV Tupi - e toda a "galera" dos gênios Joseph Barbera e William Hanna (Hanna & Barbera, como eram conhecidos no nosso mundo infantil): MANDA-CHUVA e sua turma - Espeto, Chuvisco, Batatinha, Bacana e Esperto; além do guarda Belo, claro. Sem esquecer a contagiante música de abertura "... Não gosta de trabalhar, é um trapalhão. Este gato só pensa em fazer confusão, Manda-Chuva, o chefe, chegou! Hei!". ZÉ COLMÉIA e o simpaticíssimo, e sempre coerente, companheiro Catatau ("Não alimentem os ursos!", recomendava Chico. Zeloso Guarda Florestal do Parque Yellystone). O educadíssimo LEÃO DA MONTANHA e sua "saída pela esquerda!". O espadachim TARTARUGA TOUCHÊ e seu inseparável amigo Dum Dum. O temível xerife do oeste, PEPE-LEGAL com o seu assistente Babalu (Ei, Pepe Legalll, dizia o pequeno burrico com seu sotaque meio mexicano). OS FLINTSTONES (ia-ba-da-ba-dooooooo!!!). Os detetives OLHO VIVO e FARO FINO. Em sua lambreta JAMBU E RUIVÃO. TOM & JERRY. O PATINHO DUQUE. O valente romântico DOM PIXOTE - cantarolando seus versos "oh, querida, oh, querida, oh, querida, Clementina!". E quando era necessário entregar uma carta, onde o cão da casa era uma "fera", estrategicamente mudava a letra para: "oh querido, oh querido, oh querido, cão amigo!". BOBI PAI e BOBI FILHO. A simpática vovó Dulcina e seu cão "precioso" em O XODÓ DA VOVÓ. CHUMBINHO e BACAMARTE. Invadindo uma Base Americana no Alasca MATRACA TRICA e FOFOQUINHA. Sr. Peebles tentando, a qualquer preço, vender MAGUILA GORILA (havia uma doce garotinha, que insistia para que os pais adotassem Maguila...). Outro destemido xerife, COELHO RICOCHETE e seu auxiliar Blaublau. Sr. Twiddle e o crocodilo em fuga WOLLY GATOR. A incomparável turma de xerifes da POLÍCIA DESMONTADA. FAMÍLIA BUSCAPÉ. A inesquecível PANTERA COR-DE-ROSA - inesquecível pelas trapalhadas e a belíssima música de Henry Mancini. E, por tabela, satirizando o cinema americano: O INSPETOR.
Na televisão eu também acompanhei as peripécias de Pernalonga e sua turma. Em particular, Patolino "figura desprezível!!!", Gaguinho, Pica-Pau, Popeye, e Corrida Maluca. Em 1974 havia o Homem Aranha em desenho animado. Entre tantos outros...

Recentemente eu vi um divertidíssimo desenho, em uma TV paga, com dois "mexicanos (com sombreiro e tudo o mais) que só dão mancadas - de nomes TOURO E PANCHO - em fuga desesperada para não serem engolidos por uma cegonha. Versão curiosa de O Gordo e O Magro. Só que aqui Touro, um sapo gordo, é metido a sabichão. Enquanto Pancho é uma rã magricela com cara e atitudes idiotas (imperdível!). A rã, totalmente submissa ao amigo sapo - de quem é grande admiradora - faz-me lembrar um pensamento de Robert G. Ingersoll (1833-1899):" A submissão é a máscara da malícia."

terça-feira, 8 de setembro de 2009

QUAL É MESMO O NOME DELES? - III

Mais nomes verdadeiros de astros e estrelas de Hollywood.

LANA TURNER - Julia Jean Mildred Francis Turner
O. J. SIMPSON - Orenthal James Simpson
ELKE SOMMER - Elke Schletz
ANN SOTHERN - Harriet Lake
CONNIE STEVENS - Concetta Ingolia
STING - Gordon Matthew Summer
JACQUES TATI - Jacques Tatischef
TERRY-THOMAS - Thomas Terry Hoar-Steves
EDWARD G. ROBSON - Emanuel Goldenberg
GINGER ROGERS - Virginia Katherine McMath
MICKEY ROONEY - Joe Yule Jr.
WINONA RYDER - Winona Horowitz
JILL ST. JOHN - Jill Oppenheim
DOMINIQUE SANDA - Dominique Varaigne
SUSAN SARANDON - Susan Abigail Tomalin
MICHAEL SARRAZIN - Jacques Michel Andre Sarazin
RANDOLPH SCOTT - Randolph Crane
MACK SENNET - Michael Sinnott
OMAR SHARIF - Michael Shalhoub
CHARLIE SHEEN - Calos Irwin Estevez
SAM SHEPARD - Sam Shepard Rogers
MARY PICKFORD - Glady Mary Smith
CHRISTOPHER PLUMMER - Arthur Christopher Ormf
STEFANIE POWERS - Stefanie Zofia Federkiewicz
GEORGE RAFT - George Ranft


BARBARA STANWYCK - Ruby Stevens
NICHOLAS RAY - Raymond N. Kienzle
NANCY REANGA - Anne Francis Robbins
ROBERT REDFORD - Charles Robert Redford Jr.
DONNA REED - Donna Belle Mullenger
GEORGE REEVES - George Basselo
FERNANDO REY - Fernando Arambillet
CLIFF ROBERTSON - Clifford Parker Robertson III
JEROME ROBBINS - Jerome Rabinowitz

QUAL É MESMO O NOME DELES ? - II

Há muitas razões para alguém criar e usar um pseudônimo: pode ser por timidês, por não gostar do próprio nome, por vaidade, para se manter no anonimato - na internet isso é chamado de "nick" - ou para fugir de uma situação. Por exemplo: o nome Marion, nos Estados Unidos, é unisexy. Mas, o jovem Marion Michael Morrison sempre o ouvia pelo lado pejorativo; como gozações por seus colegas de colégio e faculdade - segundo sua filha Ayssa Wayne, isso o marcou profundamente. Assim, ao participar dos seus primeiros filmes adotou o nome de "Duke" Morrison. Em 1930, ao realizar o Filme A Grande Jornada (The Big Trail), o diretor Raoul Walsh não gostou do nome da estrela principal do filme - achou que não combinava e, por indicação de um dos técnicos, mudou para John Wayne.
Abaixo segue a segunda lista de mais astros e seus verdadeiros nomes.


MAUREEN O'HARA - Maureen Fitzsimmons
JEFFREY HUNTER - Henry Herman McKinnies
DAVID JANSSEN - David Harold Meyer
DON JOHNSON - Don Wayne (não é parente de John Wayne!)
RAUOL JULIA - Raul Rafael Carlos Julia y Arcelos
BORIS KARLOFF - William Henry Pratt
DANNY KAYE - David Daniel Kominski
DIANE KEATON - Diane Hall
MICHAEL KEATON - Michael Douglas (que coisa!)
DEBORAH KERR - Deborah Kerr-Trimmer
BEN KINGSLEY - Krishna Banji
NATASSIA KINSKI - Nastassja Nakszbski
VERONICA LAKE - Constance Frances Marie Ockieman
HEDY LAMARR - Hedwig Eva Marie Kiesler
KARL MALDEN - Mladen Sekulovich
JAYNE MANSFIELD - Jayne Palmer

SOPHIA LOREN - Sofia Scicolone
DORIS DAY - Doris von Kappelhoff
GENE WILDER - Jerry Silberman
STING - Gordon Summer
JUDY GARLAND - Frances Gumm
AVA GARDNER - Lucy Johnson
JACK PALANCE - Vladimir Palanuik
JAYNE MANSFIELD - Vera Jane Palmer
VIVIAN LEIGH - Vivian Hartley

JUDIE FOSTER (JUDI FOSTER e JUDY FOSTER) - Alicia Christian Foster
DOROTHT LAMOUR - Dorothy Kaumeyer
MARIO LANZA - Alfred Arnold Cocozza
STAN LAUREL - Aethur Stanley Jefferson
PIPER LAURIE - Rosetta Jacobs
BRUCE LEE - Lee Siu Loong
CHRISTOPHER LEE - Christopher Frank Carandini Lee
SPIKE LEE - Shelton Lee
JANET LEIGH - Jeanette Helen Morrison
LEE MAJORS - Harvey Lee Yeary
FREDRIC MARCH - Frederick McYntre Bickel
DEAN MARTIN - Dino Crocetti
CHICO MARX - Leonard Marx
GROUCHO MARX - Julius Marx
GUMMO MARX - Milton Marx
HARPO MARX - Adolph Marx
ZEPPO MARX - Herbert Marx
VIRGINIA MAYO - Virginia Jones
VERA MILES - Vera Ralston
RAY MILLAND - Reginald Truscott Jones
ANN MILLER - Lucy Ann Collier
ANN SHERIDAN - Clara Lou Sheridan
BROOKE SHIELDS - Christa Brooke Camile Shields
TALIA SHIRE - Talia Coppola
SIMONE SIGNORET - Simone Kaminker

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

OSCAR 2010 : Academia muda regras para Melhor Filme

( Redação Cineclick) - A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood mudou as regras para eleger o dono da estatueta de Melhor Filme a partir de 2010. Agora, os votantes deverão eleger por ordem de preferência os dez melhores longas-metragens do ano; o mais popular não somente em número de votos, mas de preferência, ganhará o prêmio. Em junho, a Academia já havia aberto as opções de cinco para dez os candidatos para a categoria Melhor Filme. Desta forma, é com o sistema de preferência que a Academia pretende tornar mais democrática e precisa a votação. “Ao invés de somente marcar um filme que o votante acredita ser o melhor, ele deverá marcar o segundo, terceiro e assim por diante”, explica o novo presidente da Academia, Tom Sherak, eleito em meados de agosto. Este sistema era usado na premiação até 1945 e volta somente agora. Em 1934 e 1935, eram 12 os candidatos a Melhor Filme; de 1936 a 1943, foram dez os concorrentes; nos anos de 1944 e 1945, eram cinco, mas esse sistema ainda foi usado nesses anos. Os indicados à 82ª edição do Oscar serão anunciados em 2 de fevereiro de 2010; a entrega dos prêmios da Academia ocorrem no dia 7 de março de 2010, no Kodak Theatre, em Los Angeles, com transmissão ao vivo para 200 países.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

WAYNE E COOPER JUNTOS EM DVD COM ERROS

Acabo de comprar o DVD do filme "His Private Secretary", estrelado por John Wayne e Evalyn Knapp. Lançado em 10 de junho de 1933, jamais exibido em telas de cinemas brasileiros. Ou seja: agora é que ele aparece por aqui, num lançamento de 2008. O curioso é que na capa do DVD registram-se os nomes de Gary Cooper e Barbara Stanwyck. E na contra-capa os nomes de Walter Brennan; James Gleason, Edward Arnold, Spring Byington, Gene Lockhart, Rod La Rocque e Ray Kirkwood. Não satisfeita, a distribuidora brasileira, Kives, botou Frank Capra como co-diretor - certamente Kapra morreu sem saber que havia feito este filme . Também registraram o filme com os títulos "Meet John Doe/His Private Secretary". Meu visitante (internauta) pode ver a grande confusão que estão fazendo com os astros e os títulos citados. Eu não sei se chamo esse absurdo de engano ou falta de ética profissional.

Em 1941 Gary Cooper, Barbara Stanwyck, Walter Brennan, James Gleason, Edward Arnold, Spring Byington, Gene Lockhart, Rod La Rocque, e Ray Kirkwood trabalharam no filme Meet John Doe - no Brasil recebeu o título de "Adorável Vagabundo" - com direção de Frank.
***
Em tempo: John Wayne e Gary Cooper jamais trabalharam juntos em um filme.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

DOM CORLEONE BRASILEIRO!

Eu sabia que The Godfather era plágio...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CLÁSSICOS NAS BANCAS

A novidade é a Coleção de Filmes em DVD da Revista Veja. São 50 filmes semanalmente. E no meio deles, o clássico ONDE COMEÇA INFERNO. Os outros são:

• A Cor Púrpura
• Alien – O Oitavo Passageiro
• Amadeus
• A Malvada
• A Morte Pede Carona
• Apocalypse Now
• A Primeira Noite de um Homem
• Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas
• Butch Cassidy
• Clube da Luta
• Como Roubar Um Milhão de Dólares
• Disque M para Matar
• 2001 – Uma Odisséia no Espaço
• Edward, Mãos-de-Tesoura
• Entre Dois Amores
• Fale com Ela
• Fargo
• Golpe de Mestre
• Harry & Sally – Feitos Um para o Outro
• Instinto Selvagem
• Intriga Internacional
• Kagemusha – A Sombra do Samurai
• Ligações Perigosas
• Los Angeles – Cidade Proibida
• Mad Max
• Matrix
• Monty Python – O Sentido da Vida
• O Estranho Sem Nome
• O Exorcista
• O Exterminador do Futuro
• O Fugitivo
• O Iluminado
• O Informante
• Onze Homens e Um Segredo
• O Planeta dos Macacos
• O Sexto Sentido
• O Silêncio dos Inocentes
• O Touro Indomável
• Platoon
• Pulp Fiction – Tempo de Violência
• Quanto Mais Quente Melhor
• Quem Vai Ficar com Mary?
• Shakespeare Apaixonado
• Sociedade dos Poetas Mortos
• Titanic
• Uma Linda Mulher
• Um Convidado Bem Trapalhão
• Um Dia de Cão
• Um sonho de liberdade.

Ficha Técnica:
ONDE COMEÇA O INFENO/Rio Bravo
Diretor: Howard Hawks
Ano: 1959
Gênero: Western
Elenco: John Wayne, Dean Martin, Ricky Nelson, Angie Dickinson, Walter Brennan Premiações: Um dos maiores astros da história do cinema (John Wayne) em um clássico do faroesteEleito o 12º filme mais belo de todos os tempos pela revista francesa Cahiers du Cinéma.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

TAMANHO "G"

Os astros de tamanho "G" também tiveram seu espaço na costelação hollywoodiana. Entre eles estão:

1,80 m: Vanessa Redgrave
1,82 m: John Travolta
1,83 m: Geena Davis
1,85 m: Harrison Ford, Jon Voight
1,88 m: Warren Beatty, Peter Fonda, Sean Connery, Jeff Bridges
1,89 m: Gregory Peck, Sigourney Weaver
1,93 m: Clint Eastwood
1,96 m: John Wayne
1,98 m: Rock Hudson

TAMANHO "P"

Tamanho nunca foi problema para o cinema. Em um mundo de astros e estrelas, os baixinhos sempre tiveram seu glamour na "constelação" hollywoodiana. "Girafa" ou "chaveirinho" o importante mesmo é ter talento. Aqui uma relação de nomes, e a respectiva altura (até 1,70)...:

1,45 m: Linda Hunt
1,52 m: Dolly Parton, Janet Gaynor
1,53 m: Carmen Miranda
1,55 m: Danny Devito; Carrie Fisher, Bette Midler e Debbie Reynolds
1,56 m: Michael J. Fox e Alan Ladd
1,58 m: Linda Blair; Sally Field, Priscilla Presley, James Dean e Natalie Wood
1,61 m: Mickey Rooney
1,64 m: Humphrey Bogart
1,66 m: Charles Bronson
1,67 m: Al Pacino
1,68 m: Marlon Brando, Jean-Claude Van Damme
1,70 m: Dustin Hoffman

terça-feira, 11 de agosto de 2009

UM MINUTO DE SILÊNCIO PARA...

John Hughes (1950-2009)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

"CABRA DE PEIA"

"Cabra de Peia" é o novo curta-metragem do cineasta norte-rio-grandense Rui Lopes. Rodado em películas de 35mm, o curta tem cerca de 20 minutos de duração, com investimentos de aproximadamente 85 mil reais, patrocinados pelo Ministério da Cultura. Com 13 atores das cidades de Natal e Caicó.

Com lápis e papel, nas mãos, fiz uma rapidíssima entrevista com o diretor e roteirista do filme:

F. César Barbosa: Rui, me fale o que é "Cabra de Peia". É um filme sobre cangaço? Tem tiroteio?

Rui Lopes: "Não! Não é sobre cangaceiros. O filme conta a historia de Cabrinha, vivido pelo seridoense Diego da Silva Medeiros (
selecionado entre outros garotos no dia dos testes), natural de Ipueira, e o cangaceiro Zé de Bia, interpretado pelo ator natalense, Genildo Mateus. Apenas ambientei o filme no sertão dos anos 30 e botei um cangaceiro, o terror da época, para ser o vilão da história”.

FCB: E as locações?

Rui: "Estou rodando na Casa de Cultura, que recebeu ares de uma casa de fazenda. E no sítio Riacho dos Grossos, na residência de Manoel Araújo, na zona rural de Caicó.

FCB: Previsão de lançamento?


Rui: "O lançamento está previsto para este ano no FESTNATAL.

FCB: Boa Sorte, então!

Rui: "Obrigado, César!"


NOTA: A expessão nordestina "cabra de Peia" é usada para pessoa de má índole.

A LISTA DE *RUI

Encontrei Rui Lopes na calçada do antigo Cine Nordeste. Aí, não deu outra: cinema! Rapidamente pedi uma lista com os seus 10 Melhores filmes e os 10 cineastas preferidos. A lista ficou assim:

01 - Os Brutos Também Amam (Shane, 1953), de George Stevens
02 - Cinema Paradiso (Nuovo cinema Paradiso,1988), de Giuseppe Tornatore
03 - Um Homem, Uma Mulher (Un homme et une femme, 1966), de Claude Lelouch
04 - Casablanca (Casablanca, 1942), de Michael Curtiz

05 - Nascido Para Matar (Full Metal Jacket, 1987), de Stanley Kubrick
06 - A Lista de Schindler (Schindler's List, 1993), de Steven Spielberg
07 - Psicose (Psycho, 1960), de Alfred Hitchcock
08 - O Grande Ditador (The Great Dictator, 1940), de Charles Chaplin
09 - Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo's Nest, 1975), de Milos Forman
10 - Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles e Kátia Lund

01 - Sergio Leone
02 - Wood Allen
03 - Steven Spielberg
04 - John Ford
05 - Charles Chaplin
06 - Claude Lelouch
07 - Milos Forman
08 George Estevens
09 - François Truffaut
10 - Stanley Kubrick

* Rui Lopes é cineasta, produtor e roteirista premiado. Em seu Curriculum A Ponte Sem Fim (longa-metragem), A Volta Por Cima (curta), Recanto de Guerra (curta), Chuva-do-Caju (curta), João-de-Barro (curta). Está concluindo as filmagens de Cabra de Peia.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O PECADO MORA AO LADO: MINIATURA

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

0020 - FELIZ NATAL


quinta-feira, 30 de julho de 2009

0019 - ESTÔMAGO

TÍTULO OGRIGINAL/ Heading: Estômago, 2007, Brasil

DIREÇÃO/ Directed: Marcos Jorge

GÊNERO/Genre: drama


ELENCO/Cast: João Miguel, Fabiula Nascimento, Babu Santana, Carlo Briani, Zeca Cenovicz, Paulo Miklos, Jean Pierre Noher, Andrea Fumagalli, Betina Belli, Luiz Brambila, Ed Canedo, Adriano Carvalhaes, Altamar Cezar, Syd Correa, Rodrigo Ferrarini, Lilian Marchiori, Pedro Moreira, Helder Silva, Marcel Szymanski, Tino Viana, Marco Zenni.

MEU COMENTÁRIO: todos os meus amigos sabem do meu desprezo pelo chamado Cinema Nacional. É raridade ver um. Sempre digo que cinema, aqui, é a TV Globo: o elenco está na novela das 18h, das 19h ou das 20h – aliás, a atriz Fabiula Nascimento já está em um programa global. É incrível a insegurança dos diretores, e produtores, de cinema no Brasil. Mas Estômago é um filme que se pode chamar de “obra-prima”. De paladar único na cozinha brasileira. Mudou minha opinião. Só em não ter astro da TV Globo, para mim, foi o seu diferencial. Embora não tenha fugido do velho "clichê" prostituição-bandido-polícia. E há uma excelente combinação “gastronomia-paixão. Me faz lembrar uma frase mineira que diz:”Um homem comido é um homem derrotado”...
Detalhe: quem ver Estômago uma vez ver outras. É excelente!

ONDE VI: DVD

COTAÇÃO: *****

quarta-feira, 29 de julho de 2009

0018 - A SOMBRA E A ESCURIDÃO

0017- MEDITERRÂNEO

0016 - AS MINAS DO REI SALOMÃO

TÍTULO OGRIGINAL/Heading: King Solomon's Mines,1950, USA

DIREÇÃO/ Directors: Compton Bennett - Andrew Marton

ELENCO/Cast: Deborah Kerr, Stewart Granger, Richard Carlson, Hugo Haas, Lowell Gilmore, Kimursi, Siriaque, Sekaryongo, Baziga, Munto Anampio, John Banner, Benempinga, Gutare, Ivargwema, e Henry Rowland.

MEU COMENTÁRIO: um excelente filme para quem gosta de história da África e suas tradições. Belíssima fotografia da paisagem africana. Caças e muitas danças nativas. Todo o elenco "mata a pau". Ou seja: impecável... Os figurantes tribais (nativos) são um espetáculo étnico à parte.

ONDE VI: TV

COTAÇÃO: ****

quarta-feira, 22 de julho de 2009

PERFIL - HAYA HARAREET

NOME: Haya Harareet
NASCIMENTO: 20 de setembro de 1931
CIDADE/PAÍS: Haifa, Palestina
FILMOGRAFIA: 08 filmes.

0015 - A ÚLTIMA CARROÇA

TÍTULO OREGINAL/Heading: The Last Wagon, 1956, USA.

DIREÇÃO/Directed: Delmer Daves

GÊNERO/Genre: Faroeste/ Western

ELENCO/Cast: Richard Widmark, Felicia Farr, Susan Kohner, Tommy Rettig, Stephanie Griffin, Ray Stricklyn, Nick Adams, Carl Benton Reid, Douglas Kennedy, George Mathews, James Drury, Ken Clark, Timothy Carey, Juney Ellis, Abel Fernandez e George Ross.

MEU COMENTÁRIO: um dos muitos clássicos do diretor Daves, que conta a história de um mestiço, procurado pela lei, acusado de crimes. Ainda assim salva colonos das mãos de terríveis apaches em pé de guerra, que defendem suas terras da ocupação branca. No julgamento de Todd é posto na balança o dilema entre tirar e salvar vidas...
Widmark está perfeito no papel de Comanche Todd. Imperdível.

ONDE VI: DVD

MINHA COTAÇÃ: ****

0014 - A ÁRVORE DOS ENFORCADOS

TÍTULO OGRIGINAL/Heading: The Hanging Tree, 1959, USA

DIREÇÃO/Directed: Delmer Daves

GÊNERO/Genre: Faroeste/Western

ELENCO/Cast: Gary Cooper, Maria Schell, Karl Malden, George C. Scott (ainda muito jovem, e em excelente atuação), Karl Swenson, Virginia Gregg, John Dierkes, King Donovan, Ben Piazza, Fern Barry, William 'Billy' Benedict, Danny Borzage, Annette Claudier, Martin Eric, Frank Hagney, Dick Hudkins, John Hudkins, Dorothy Klewer, Baron James Lichter, Cactus Mack, Fred Marlow, Harold Millen, Bob Morgan, Karen Norris, Bud Osborne, Boyd Stockman, Clarence Straight, Slim Talbot, Don Turner, Sailor Vincent e Guy Wilkerson.


MEU COMENTÁRIO: na verdade não chega ao que se pode chamar de um grande filme - no sentido comercial ou isso que está aí e chamam de cinema. Contudo, há riqueza na mensagem sobre a razão e a conduta humana. O que o homem é capaz por uma pepita de ouro? E assistimos aos mais diversificados e inferiores sentimentos virem à tona: preconceito, falso moralismo, intolerância, ganância, cobiça, hipocrisia, egoísmo, inveja e..., crimes. Mas, há também sentimentos altruístas: compaixão, dedicação a uma causa profissional - Cooper faz um cirurgião que vive em garimpos. "Já podia ter ficado rico, mas não esquece sua maleta de médico". Diz um velho conhecido seu.

ONDE VI: DVD

COTAÇÃO: ****

NOTA: A direção musical deste filme ficou a cargo de Max Steiner (e ele sabia dá o "tom" em um bom drama). A bonita, e contagiante, balada de abertura, The Hanging Tree, são de Jerry Livingston com letra de Mack David e interpretada por Marty Robbins (*Click no link a baixo para ouvir a música):

http://www.youtube.com/watch?v=xczpRc6_yBA

0013 - DIÊN BIÊN PHÚ - A ÚLTIMA BATALHA DA INDOCHINA

DIÊN BIÊN PHÚ - A ÚLTIMA BATALHA DA INDOCHINA ( Diên Biên Phú, 1992, France)

DIREÇÃO: Pieere Schoendoerffer.

GÊNERO/Genre: guerra/war

ELENCO/Cast: Donald Pleasence, Patrick Catalifo, Ludmila Mikael, Jean-François Baimer, Maxime Leroux, Christopher Buchhoz, Patrick Chauvel, Eric Do, Thu Ha, Igor Hossein, Luc Lavandier, Joseph Momo, Lê Vân Nghia, Sava Lolov, Long Nguyen-Khac, Maïté Nahyr, André Peron, Ludovic Schoendoerffer, Hoa Debris, Charles Fathy, Hubert Koundé, Jean Odoutan, Pierre Schoendoerffer.

COMENTÀRIO: Excelente filme mostrando a Guerra da Indochina, atual Vietnã (As batalha haviam começado em 1953 e terminou com a rendição do exército colonial francês, comandado pelo general Henri Navarre, comandante supremo na região. O local escolhido por ele, para derrotar a guerrilha anti-colonialista, foi o vale de Diên Biên Phú, uma espécie de esquina geográfica situada no Noroeste da Indochina, a 500 quilômetros de Hanói, na qual se entrecruzam as fronteiras do Vietnã, Laos e da China Comunista. Os comandados de Vo Nguyen Giap, o mesmo que anos depois derrotaria o poderosíssimo exército dos Estados Unidos; e que iria se tornar um dos maiores estrategistas do século XX, tiveram uma vitória histórica em 7 de maio de 1954).
ONDE VI: Vídeo.
COTAÇÃO: ****

0012 - CAÇADA AO OUTUBRO VERMELHO

CAÇADA AO OUTUBRO VERMELHO (The Hunt for Red October, 1989)

DIREÇÃO: John McTiernan.
GÊNERO: espionagem

ELENCO: Sean Connery, Alec Baldwin, Scott Glenn, Sam Neill, James Earl Jones, Joss Ackland, Richard Jordan.

COMENTÁRIO: A fuga de um submarino russo para os Estados Unidos (o governo soviético negou o episódio), durante a Guerra Fria. Sem dúvida um dos melhores filmes sobre um período de perigo para a humanidade. O meu destaque fica para a "tomada", onde Sean Connery está em pé na Ponte de Comando, no início do filme. A música, russa, que a acompanha é linda, e dá uma boa dimensão à cena...

ONDE VI: TV
COTAÇÃO: ***

0011 - DEU A LOUCA NO MUNDO

DEU A LOUCA NO MUNDO (It's a Mad, Mad, Mad, Mad World, 1963).
DIREÇÃO: Stanley Kramer.

GÊNERO: comédia
ELENCO: Spencer Tracy, Milton Berle, Sid Caesar, Buddy Hackett, Ethel Merman, Mickey Rooney, Dick Shawn, Phil Silvers, Terry-Thomas, Jonathan Winters, Peter Falk, Andy Devine, Buster Keanto, Zasu Pitts, Carl Reiner, Jimmy Durante, Jerry Lewis entre outros, como Os Três Patetas.
COMENTÀRIO: Uma das maiores comédias já realizada em Hollywood. Do começo ao fim o riso é garantido. Todo o elenco está maravilhosamente bem.

ONDE VI: Cine Panaroma em 1977.

CONTAÇÃO: *****

MEU OSCAR VAI PARA... Todo o elenco.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

JOHN FORD EM CENA MUDA

Fragmento da Revista Cena Muda, de 16 de março de 1943, com uma matéria do jornalista A. Wolf.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

XADREZ NO VELHO OESTE


Nota: foto do meu acervo de recortes.

terça-feira, 7 de julho de 2009

ALL’OMBRA DI UNA COLT

Ho voglia di sentire fra Le dita
Il legno caldo di un aratro
Le spighe pungenti del grano
I capelli morbidi della mia donna
Ma non posso, perchè devo uccidere.

Ho voglia di guardare negli occhi La gente
Di vederla sorridere
Stringere La mano a tutti
E di sentirmela stringere
Ma non posso, perchè devo uccidere.

Le colline del sud mi aspettano
Vicino degli alberi, piangono
La primavera ritorna
Non hò tempo per morire.

In queste cose il senso del vero
È da parlare ma la voce mi vieno in meno.


NOTA: Com seu carregadíssimo sotaque napolitano, o visitante Andrey Avino me envia os versos da poesia declamada no filme “A Sombra de um Revolver” (All' Ombra Di Una Colt/1965), de Giovanni Grimaldi. Música de Nico Fidenco executada por Willy Brezza e sua Orquestra.

OS MELHORES DIRETORES

Em 1995 juntei um grupo de amigos cinéfilos (Edson Aquino, Wilson Roberto, Vicente Januário, Roberto Furtado, Osório Almeida, Falves Silva, Francisco Galvão, Rodrigues Neto) para escolhermos os 10 melhores filmes do século e 10 melhores diretores. 29 cineastas foram lembrados.

VOTOS:
05 - John Ford
05 - Stanley Kubrick

03 - Alfred Hitchcock
03 - Charles Chaplin
03 - David Lean

02 - Elya Kazan
02 - Federico Fellini
02 - Francis Ford Coppola
02 - Michael Curtiz
02 - Roman Polanski
02 - Sam Peckinpah
02 - Steven Spilberg

01 - Akira Kurosawa
01 - Cecil B. De Mille
01 - Domingos de Oliveira
01 - George Cukor
01 - François Truffaut
01 - Howard Hawks
01 - John Sturges
01 - Jacques Tati
01 - Martin Scorsese
01 - Oliver Stone
01 - Orson Welles
01 - Robert Altman
01 - Sergio Leone
01 - Serguei M. Eisenstein
01 - Sidney Lumet
01 - Woody Allen

segunda-feira, 6 de julho de 2009

JORNAL DE HOJE


No último dia 02 o jornalista Alex Medeiros, em sua coluna Portfólio, no Jornal de Hoje, comentou sobre o blog. Agradeço suas palavras, o que me dá um grau maior de responsabilidade sobre o que escrevo.

sábado, 4 de julho de 2009

UM MINUTO DE SILÊNCIO PARA...

Brenda Joyce (1917-2009)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

UM MINUTO DE SILÊNCIO PARA...

Karl Malden (1912-2009)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

JOHN WAYNE NO SESC

O Rio Grande – Fã-Clube – John Wayne, em parceria com o SESC (Serviço Social do Comércio) está realizando um Tributo a John Wayne pelos 30 anos de seu falecimento. Fotos e cartazes, expostos no saguão do restaurante. Filmes exibidos sempre ao meio dia no auditório do SESC da Av. Rio Branco, 375, Centro – Natal/RN.

PROGRAMAÇÃO:

01/07 - “No Tempo das Diligências” (Stagecoach/1939)
03/07 – “Depois do Vendaval” (The Quiet Man/1952)
06/07 – “O Bárbaro e A Gueixa” (The Barbarian and the Geisha/1958)
08/07 – “A Lenda dos Desaparecidos” (Legend of the Lost/1957)
10/07 – “Jamais Foram Vencidos” (The Undefeated/1969).

quinta-feira, 25 de junho de 2009

UM MINUTO DE SILÊNCIO PARA...

Farrah Fawcett (1947-2009)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

DEUSAS NA VOZ DE CAETANO VELOSO

Caminhando contra o vento
Sem lenço
Sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou
O sol se reparte em crimes
Espaçonaves, guerrilhas
Em cardinales bonitas
Eu vou


Em caras de presidentes
Em grandes beijos de amor
Em dentes, pernas, bandeiras
Bomba e brigitte bardot
O sol nas bancas de revista
Me enche de alegria e preguiça
Quem lê tanta notícia
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Os olhos cheios de cores
O peito cheio de amores vãos
Eu vouPor que não, por que não
Ela pensa em casamento
E eu nunca mais fui à escola
Sem lenço, sem documento
Eu vouEu tomo uma coca-cola
Ela pensa em casamento
E uma canção me consola
Eu vou
Por entre fotos e nomes
Sem livros e sem fuzil
Sem fome sem telefone
No coração do brasil
Ela nem sabe até pensei
Em cantar na televisão
O sol é tão bonito
Eu vouSem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vouPor que não, por que não...


NOTA:

Música: Alegria, Alegria. 4º Lugar no Festival Festival de música da TV Record, em São Paulo, em 1967.
Autor/Cantor: Caetano Veloso

Click para ouví-la:
http://www.paixaoeromance.com/60decada/alegria/halegria.htm

sábado, 20 de junho de 2009

A LOIRA DO REX




Eugênia Araujo, resgatada pela Revista Brouhaha - editada pela Capitania das Artes, instituição cultural da Prefeitura municipal de Natal - em um texto de Patrícia Cordeiro e fotos do Diário de Natal/Morais Neto. Eugênia, a famosa "loira do Rex", trabalhou 22 anos como bilheteira naquele estabelecimento. Excelente pesquisa de Memória Popular (click sobre cada foto para ler a matéria).

O DIA

Encontrei, em um canto cheio de revistas velhas, este fragmento do jornal carioca O Dia - datado de 5ª feira, 11 de março de 1943 - e decidi compartilhá-lo com meus visitantes cinéfilos...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

FLYNN E WAYNE NO TCM

Para comemorar os 1oo Anos de Nascimento de Errol Flynn (20.06.1909-14.10.1959), e os 30 de Morte de John Wayne, o canal TCM (Turner Classic Movies) está exibindo filmes com esses dois astros nas tardes de sábados e domingos. Sempre a partir das 14h. Imperdível!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

TRIBUTO A JOHN WAYNE: 30 Anos

JOHN WAYNE: 11.06.1979

segunda-feira, 8 de junho de 2009

GENTILEZA GARDIANA...

Ava Gardner gentilmente acende o cigarro do ator José Lewgoy, no Rio de Janeiro, em 1954.

Nota: foto do meu acervo de recortes.

PAUSA PARA O LANCHE...

Lee Van Cliff e Giuliano Gemma tomam seu lanche de melancia durante intervalo das filmagens de "Dias de Ira", em 1967.

Notal: Foto do meu acervo de recortes.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

UM MINUTO DE SILÊNCIO PARA...

David Carradine (1936-2009)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

IDADE NA TELA...

Na dura vida de atuar os artistas muitas vezes tem de viver um papel onde sua idade verdadeira pouco tem a ver com a da personagem. Cary Grant, por exemplo, quando fez o filme, "Intriga Internacional" (North by Northwest/1959 de Alfred Hitchcock), estava com 55 anos. A mesma idade da atriz Jessica Royce Landis, que fazia o papel de sua mãe, no filme.

Natalie Wood estava com 18 anos, quando fez “Rastros de Ódio” (The Searchers/1956, de John Ford), vivendo uma personagem de 14.

São muitos os exemplos. No filme "Legião Invencível" (She Wore a Yellow Ribbon/1949, de John Ford), John Wayne faz uma personagem sexagenária, em dias de aposentar-se da cavalaria (na verdade estava com 42 anos de idade). Repare seus cabelos brancos e aparência cansada. George O'Brian (penúltimo na foto), 8 anos mais velho que o "Duke", aparentemente é mais jovem. Coisas do cinema. E viva a competente equipe de maquiagem de Don L. Cash e Anna Malin!!!

terça-feira, 2 de junho de 2009

A BATALHA DE MIDWAY

Recentemente revi o filme “A Batalha de Midway”. Um clássico dos filmes de guerra. Há 32 anos eu havia visto na imensa tela do Cine Panorama, no Bairro das Rocas. Era uma tarde de domingo. Lembro bem. Agora revejo em vídeo, com o título de "Midway" e sem a mesma grandiosidade que a película exige. Confesso que me bateu uma saudade danada dos festivais que os cinemas de Natal faziam, onde exibiam épicos por uma semana. Só clássicos, diga-se de passagem. O Cine Rio Grande era bom nisso. Agora temos que nos contentar com cinema de shopping, onde a tônica são os filmes de violência e outras porcarias comerciais. A arte fica cada vez mais medíocre. Ou será o público que precisa se completar com coisas pequenas? Com a palavra, os especialistas...

Midway (Battle of Midway/1976, de Jack Smight), traz riquíssimo elenco: Charlton Heston, Henry Fonda, Toshiro Mifune, Robert Mitchum, James Coburn, Cliff Robertson, Robert Wagner, Christina Kokubo, Tom Selleck, Pat Morita, Glenn Ford, e outras estrelas hollywoodianas do gran cast.


Onde fica: o Atol de Midway, com 6,2 quilômetros quadrados, fica localizado no norte do Oceano Pacífico, a noroeste do Havaí (hawaii). Em junho de 1942, foi palco de uma das mais dramáticas batalhas aeronavais da Segunda Guerra Mundial, protagonizada pelo Japão e Estados Unidos da América. Ali, pode-se dizer, foi o início do fim para o sonho de expansão do Império do Sol Nascente. Tio Sam havia decifrado parte dos códigos de guerra nipônicos, levando à derrota toda esquadra comandada pelo almirante Chuichi Nagumo. É bom lembrar que neste filme de Smight há muitas cenas reais. As famosas cenas "tremidas", feitas pessoalmente pelo diretor John Ford, que comandava uma equipe de filmagens para a Marinha dos Estados Unidos, e estava na Ilha para registrar o esperado ataque japonês. Na confusão que se seguiu, Ford acabou atingido por estilhaços de bombas, perdendo o olho esquerdo.

Combates à parte, o filme conta um romance impossível, vivido por um jovem oficial da Força Aérea dos Estados Unidos e uma garota nipo-americana, nascida no Havaí; onde está presa sob acusação de subversão. Ela espera transferência para a Califórnia, onde há um *Campo de Concentração para japoneses residentes naquele país. Curiosidade: ao contrário dos ítalo-americanos, com quem Washington fez acordos com a máfia para derrubar Mussolini, os japoneses, e seus descendentes, em solo ianque, pagaram um alto preço por Pearl Harbor. Não devemos esquecer que o "teste" atômico foi sobre o Japão. A Europa ocupada por Hitler foi salva da ira de Tio Sam(uel). Ou seja: os "brancos" foram poupados. Já os amarelos...

NÚMEROS DA BATALHA DE MIDWAY:
CONFLITO: Segunda Guerra Mundial.
DATA: 4 de junho de 1942.
RESULTADO: vitória decisiva americana.
COMANDANTES JAPONESES: Vice-Almirante Chuichi Nagumo e o Almirante Isoruko Yamamoto.
COMANDANTES AMERICANOS: Contra-Almirante Frank J. Fletcher e o Contra-Almirante Raymond A. Spruance.
FORÇAS - americana: 3 porta-aviões e 50 barcos de suporte.
Japonesa: 4 porta-aviões e 150 barcos de suporte.
BAIXAS - americanas: 1 porta-aviões, 1 navio de guerra e 307 homens.
Japoneses: 4 porta-aviões, 1 cruzador e 2500 homens.

*********************************

NOTA: * O capítulo que deveria falar dos Campos de Concentrações para japoneses, nos Estados Unidos, curiosamente têm suas páginas omitidas por historiadores de Segunda Guerra Mundial.

A LISTA DA FOLHA

Em 1995, por ocasião dos 100 Anos do Cinema, o jornal Folha de São Paulo publicou uma enquete com os 10 maiores filmes de todos os tempos, eleitos por 100 críticos de cinema de 28 países em cinco continentes. John Ford não ficou entre os 10, mas, 11 filmes seus (5 deles tendo John Wayne) foram citados com as seguintes votações:

09 votos: "Rastros de Ódio" (The Searchers/1956)
04 votos: "No Tempo das Diligências" (Stagecoach/1939)
03 votos: "Rio Bravo" (Rio Grande/1950)
03 votos: "O Homem que Matou o Facínora" (The Man Who Shot Liberty Valance/1962)
02 votos: "Como Era Verde o Meu Vale" (How Green Was My Valley/1941)
02 votos: "Paixão dos Fortes" (My Darling Clementine/1946)
01 voto: "O Delator (The Informer/1935)
01 voto: "Vinhas da Ira" (The Grapes of Wrath/1940)
01 voto: "A Mocidade de Lincoln" (Young Mr. Lincoln/1939)
01 voto: "Depois do Vendaval" (The Quiet Man/1952)
01 voto: "Sete Mulheres" (7 Women/1966)

segunda-feira, 1 de junho de 2009

QUAL É MESMO O NOME DELES ?

Poetas, escritores e artista, de um modo geral, têm o hábito de criar pseudônimos para assinar seus trabalhos - Há casos de ter mais de um. O ator Norton Earl Worden, por exemplo, criou seis diferentes para creditar seus filmes: Worden Norton, Heber Snow, Henry Snow, Hank Warden-typo e Norton E. 'Hank' Worden. Como astro "fordiano" ficou conhecido como Hank Worden. Se você tem curiosidade de saber nomes verdadeiros de astros e estrelas de Hollywood, aqui estão alguns...

JULIE ANDREWS - Julia Elizabeth Wells
ANOUK AIMÉE - Françoise Sorya
CHARLES BRONSON - Charles Buchinsky
ANN-MARGRET - Ann Margret Olsson
LAUREN BACALL - Betty Joan Perske
DIRK BOGARDE - Derek Van Den Bogaerde
STEPHEN BOYD - William Milar
ANNE BANCROFT - Anna Maria Louisa Italia
KAREN BLACK - Karen Blachie Ziegler
HERMUT BERGER - Helmut Steinberger
LEX BARKER - Alexander Crichlow Barker Jr.
MEL BROOKS - Melvin Kaminsky
RICHARD BURTON - Richard Jenkins
MICHAEL CAINE - Maurice Joseph Micklewhite
CANTINFLAS - Mario Moreno August
CYD CHARISSE - Tula Elice Finklea
MIA FARROW - Maria de Lourdes Viliers Farrow
CHEVY CHASE - Cornelius Crane Chase
BING CROSBY - Harry Lillis Crosby
TOM CRUISE - Thomas Cruise Mapother IV
TONY CURTIS - Bernard Schwartz
CATHERINE DENEUVE - Catherine Dorleac
DORIS DAY - Doris Kappelhof.
JEAN GABIN - Jean-Alexis Moncourge
GRETA GARBO - Greta Louisa Gustaffson


PAULETTE GODDARD - Pauline Levy
ELLIOTT GOULD - Elliott Goldstein
CARY GRANT - Archibald Alexander Leach
REX HARRISON - Reginald Carey Harrison
STERLING HAYDEN - John Hamilton
SUSAN HAYWARD - Edithe Marrener
TIPPI HEDREN - Natalie Kay Hedren
WILLIAM HOLDEN - William Franklin Beedle Jr.
AUDREY HEPBURN - Audrey-Hepburn Ruston.
YVONNE DE CARLO - Peggy Yvonne Middleton
SANDRA DEE - Alexandra Zuck
DOLORES DEL RIO - Lolita Dolores Asunsolo Martinez
BO DEREK - Mary Cathleen Collins
ANGIE DICKINSON - Angeline Brown
KIRK DOUGLAS - Issur Danielovitch Demsky
PATTY DUKE - Anna Maria Duke
BLACK EDWARDS - William Black McEdwards
PETER FINCH - William Mitchell
JOAN FONTAINE - Joan de Havilland
GLEN FORD - Gwyllyn Ford
CONNIE FRANCIS - Concetta Maria Franconero
ROCK HUDSON - Roy Scherer Jr.
JOHN GARFIELD - Julius Garfinkler
JAMES GARNER - James Scott Baumgarner
JANET GAYNOR - Laura Gainor

terça-feira, 26 de maio de 2009

102 ANOS DE UMA LENDA

NOME: Marion Michael Morrison

NASCIMENTO: 26 de maio de 1907 (um domingo)

LOCAL: Winterset, Iowa, Estados Unidos da América

FILHO DE: Clyde Morrison e Mary

PRIMEIRO CASAMENTO: Josephine Alicia Saenz, de 24 de junho de 1933 a 25.12.1945, e tiveram quatro filhos:

Michael Wayne (23.11.1934 02.04.2003) Patrick Wayne (15.07.1939-)
Anthonia (Toni) Wayne (25.02.1936-06.12.2000)
Melinda Wayne (03.12.1940-).

SEGUNDO CASAMENTO: Esperanza Baur, de 17.01.1946 a 01.11.1953, e não tiveram filhos.

TERCEIRO CASAMENTO: Pilar Pallet, de 01.11.1954 a 11.06.1979, e tiveram três filhos:

Aissa Wayne (31.03.1956-)
John Ethan Wayne (22.02.1962-)
Marisa Wayne (22.02.1966-).

FILMOGRAFIA: 170 Filmes:

001 - *Brown of Harvard - MOCIDADE ESPORTIVA/1926, de Jack Conway
002 - Bardelys the Magnificent/1926, de King Vidor
003 - *The Great K & A Train Robbery - GRANDE EMBOSCADA/1926, de Lewis Seiler
004 - *Annie Laurie/1927, de John S. Robertson
005 - *The Drop Kick - TRUFO ÀS AVESSAS/1927, de Millard Webb
006 - *Mother Machree - MINHA MÃE/SACRIFÍCIO/1928, de John Ford
007 - *Four Sons - QUATRO FILHOS/1928), de John Ford
008 - *Hangman's House - JUSTÇA DO AMOR/1928, de John Ford
009 - *Noah's Ark/1928, de Michael Curtiz
010 - *Speakeasy/1929, de Benjamin Stoloff
011 - *The Black Watch - A GUARDA NEGRA/1929, de John Ford
012 - Words and Music - LETRA E MÚSICA/1929, de James Tinling
013 - *Salute/1929, de David Butler e John Ford
014 -* The Forward Pass - GOL! GOL!/1929, de Edward F. Cline
015 - *Men Without Women - HOMENS SEM MULHERES/1930, de John Ford
016 - *Born Reckless/1930, de Andrew Bennison e John Ford
017 - *Rough Romance - ROMANCE NAS SELVAS/1930, de A.F. Erickson
018 - *Cheer Up and Smile - DESPERTA E AMA/1930, de Sidney Lanfield
019 - **The Big Trail - AGRANDE JORNADA/1930, de Raoul Walsh
020 - Girls Demand Excitement/1931, de Seymour Felix
021 - Three Girls Lost (1931), de Sidney Lanfield
022 - Arizona/Men Are Like That - ASSIM SÃO OS HOMENS/1931, de George B. Seitz
023 - The Deceiver/1931, de Louis King
024 - Range Feud - ESTÂNCIA EM GUERRA/1931, de D. Ross Lederman
025 - Maker of Men - CORAÇÃO DE PAI/1931, de Edward Sedgwick
026 - The Shadow of the Eagle - ÁGUIA DE PRATA/1932, de Ford Beebe e
B. Reeves Eason (sem crédito). Série com 12 episódios.

027 - Texas Cyclone - O CAVALEIRO DO TEXAS/1932, de D. Ross Lederman
028 - Two-Fisted Law - A LEI DA CORAGEM/1932, de D. Ross Lederman
029 - Lady and Gent - HOMEM DE PESO1932, de Stephen Roberts
030 - The Hurricane Express - O TRÊM CICLÔNICO/O EXPRESSO DA AVENTURA, 1932, de J.P. McGowan e Armand Schaefer. Série com 12 episódios.
031 - Ride Him, Cowboy - PENADE TALIÃO/1932, de Fred Allen
032 - The Big Stampede - AGRANDE ESTRADA/1932, de Tenny Wright
033 - *That's My Boy/1932, de Roy William Neill
034 - Haunted Gold - OURO MAL-ASSOMBRADO/1932, de Mack V. Wright
035 - The Telegraph Trail - NATRILHA DO TELÉGRAFO/1932, de Tenny Wright
036 - The Three Musketeers - OS TRÊS MOSQUETEIROS/1933, de Colbert Clark e Armand Schaefer. Série com 12 episódios.
037 - Central Airport - ATRAÇÃO DOS ARES/1933, William A. Wellman e Alfred E. Green (sem crédito)
038 - Somewhere in Sonora - NA TERRA DE NINGUÉM/1933, de Mack V. Wright
039 - The Life of Jimmy Dolan - VIVER NA MORTE/A VIDA DE JIMMY DOLAN/1933, de Archie Mayo
040 - ***His Private Secretary/1933, de Phil Whitman




- "No Tempo das Diligências" (Stagecoach/1939), de John Ford
- "Fomos Os Sacrificados" (They Were Expendable/1945), de John Ford
- "Rio Vermelho" (Red River, 1948), de Howard Hawks
- "Iwo-Jima, O Portal da Glória" (Sands of Iwo Jima/1949), de Allan Dwan
- "Rastros de Ódio" (The Searchers/19560, de John Ford
- "Onde Começa o Inferno" (Rio Bravo/1959), de Howard Hawks
- O Homem Que Matou o Facínora" (The Man Who Shot Liberty Valance/1962), de John Ford
- "Rio Lobo" (Rio Lobo/1970), de Howard Hawks
- "O Último Pistoleiro" (The Shootist/1976), de Don Siegel

Nota:

*John Wayne sem crédito..

**Primeiro filme como "John Wayne"

***Este filme jamais foi exibido em cinemas no Brasil. Recentemente apareceu em DVD com o título de A Secretária Particular.

sábado, 16 de maio de 2009

Ennio Morricone - The Good, The Bad & The Ugly (Concert)


ACREDITANDO NO QUE FAZ...

William Holden, ao invés de um cachê fixo como pediu os demais atores, preferiu dos produtores de "A Ponte do Rio Kwai" (The Bridge on the River Kwai/1957), porcentagem dos lucros na bilheteria. Acertou. O filme dirigido por David Lean fez um enorme socesso de público, e o ator acabou ganhando dez vezes mais que seus colegas de elenco. ficou milionário.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

UMA VISITA PROVEITOSA

Depois de mais de dois anos, ontem (09.05.2007) eu fui à casa de Tarcísio Mota. O papa do cinema em Natal. Sabe tudo e muito mais. Tem tudo e muito mais. Recebe pedido de material de cinema de cinéfilos da "Europa, França e Bahia". É extremamente gratificante visitá-lo. Na casa dele se respira cinema. Se fala cinema e para onde se olha se vê cinema: cartazes, DVD's, vídeos, latas com rolos de filmes e revólveres antigos, cawboys de chumbo. Até uma "Cidade Fantasma" - as “Ghost Town” do Velho Oeste - ele tem. Feita pelo próprio! Um dia um americano saiu de Utah - Estados Unidos - só para conhecer a tal cidade e ficou impressionando com o que viu: os detalhes das ruas e vielas, os cavalos, o saloon, a cocheira. Não falta nada! Sem falar nos personagens combatentes de jornada nas estrelas, ETs, discos voadores, dinossauros, entre outros artesanatos feitos por ele. "Tarado" por diligência me garantiu que ainda vai construir a sua. "Em dimensões originais"! Frisa. Cria cartazes de filmes, capas para livros, e faz pinturas em geral. Um artista plástico de mão cheia, como se fala em minha terra! Entrar no seu arquivo de material de cinema é um programa imperdível para qualquer cinéfilo, dos mais exigentes.

Perfil: 60 e poucos anos, aposentado da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) e do CEFET (Centro Tecnólogico de Educação Federal). Ranzinza, reclama de tudo e de todos. Paradoxalmente com muito humor. Como todo "judeu", vende o tempo todo. "Não tenho amor a nada disso. Eu morro e fica tudo aí!" Diz, entre uma tragada e outra. Tudo o que diz é para fazer rir. A cada dez palavras, onze são palavrões. Sempre sem camisa, com os pés cruzados encima do sofá, e fumando todas as carteiras de cigarros espalhadas pelos tantos cantos da casa. Isqueiro? Nunca vi tantos em minha vida. E não é coleção. É para uso mesmo! Tem um sempre pronto a ser usado. Mas não é do tipo mal educado, que fuma jogando fumaça sobre as pessoas. É egoísta: não divide seu vício com ninguém. Sorte nossa! Entre um assunto e outro (sempre cinema e sebos), cães e gatos fazem a festa com o visitante. Eu, particularmente, estou com todos os dedos mordidos das suas "filhinhas" caninas. Uma delas, micro, de uma raça chinesa, adora morder.

Numa gravíssima crise de saudosismo, atacamos de John Wayne e seus grandes filmes dos anos 40, 50 e 60. Suas dificuldades em filmar "Os filhos de Katie Elder", meses após extrair um pulmão com câncer. Gene Autry - que soube ganhar dinheiro com o cinema -, Alan Ladd, que morreu engolido por suas frustrações de estrela apagada de Hollywood. Gary Grant, William Holden - outro que sabia ganhar dinheiro. Marlon Brando e suas tragédias pessoais, Omar Sharif e seu incontrolável vício de jogar cartas, Victor Mature, Harry Carey Jr., Kirk Douglas, Gary Cooper, Gregory Peck, Ernest Borgnani e tantos outros.

No cast feminino lembramos a beleza de Hedy Lamar, Deeborah Karr, Katy Jurado, Bette Davis, Elizabeth Taylor, Maria Montez. E lamentamos não termos, hoje, estrelas glamurosas como antigamente...


Lembramos dos faroestes:
-"Homem Sem Rumo" (Man Without A Star, 1955, de King Vidor). Este filme conta a história da primeira cerca de arame farpado nos Estados unidos.
-"A Face Oculta" (One-Eyed Jacks, 1961, de Marlon Brando). Único filme dirigido por Brando.
-"A Lança Partida" (Bronke Lance, 1954, de Edward Dmytryk).
-"Matar ou Morrer" (High Noon, 1952, de Fred Zinnemann).
-"Duelo Ao Sol" (Duel in the Sun, 1946, de King Vidor). O Preferido de Martin Scorsese.
-"Céu Amarelo" (Yellow Sky, 1948, de William A. Wellman).
-"Os Filhos de Katie Elder" (The Sons of Katie Elder, 1965, de Hanry Hathaway).
-"Sangue de Herói" (Fort Apache, 1948, de john Ford). Colorizado ficou horrível!
-"Marcha de heróis" (The Horse Soldiers, 1959, de John Ford).
-"Rio Bravo" (Rio Grande, 1950, de John Ford). Um dos poucos filmes, em preto & branco, que ficou bonito colorizado.
-"Rio Vermelho" (Red River, 1948, de Howard Hawks). Outro que a colorização estragou. A fotografia em preto & branco é linda! Perfeita!
-"Onde Começa o Inferno" (Rio Bravo, 1959, de Howard Hawks).
-"O Homem do Oeste" (Man of the West, 1958, de Anthony Mann)
-"Os Brutos Também Aman" (Shane, 1953, de George Stevens). Insubstituível!



NOTA:

Escrevi e publiquei este texto em 10 de maio de 2007. Tarcísio faleceu em 12 de abril de 2008. Seus sonhos e manias cinéfilas se foram junto com ele...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

NO TEMPO DAS DILIGÊNCIAS: MINIATURA

video

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O CINEMA DE JOHN FORD SEGUNDO FALVES SILVA

A arte do cinema de Ford na visão de um artista plástico.

sábado, 9 de maio de 2009

POR TRÁS DAS CÂMERAS

Brigite Bardot e Sean Connery fazendo marcação de cena nas filmagens de Shalako (1967), de Edward Dmytryk.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

MAIO: ANIVERSARIANTES DO MÊS

1 - Glenn Ford (1916)
2 - Bing Crosby (1904)
3 - Jack La Rue (1902)
4 - Audrey Hepburn (1929)
5 - Tyrone Power (1914)
6 - Orson Welles (1915)
7 - Gary Cooper (1901)
8 - Robeto Roselinni (1906)
9 - Albert Finney (1936)
Glenda Jackson (1937)
Candice Bergen (1946)
10 - Fred Astaire (1899)
12 - Imilio Estevez (1962)
14 - George Lucas (1944)

15 - James Mason (1909)
16 - Henry Fonda (1905)
Pierce Brosnan (1953)
17 - Dennis Hopper (1936)
Debra Winger (1955)
18 - Frank Capra (1897)
19 - Glenn Close (1947)
20 - Cher (1946)
22 - Laurence Olivier (1907)
Irene Papas (1919)
24 - Priscila Presley (1946)
26 - John Wayne (1907)
Peter Cushing (1913)
27 - Vincent Price (1911)
29 - Helmur Berger (1944)
30 - Keir Dullea (1936)
31 - Don Ameche (1908)
Clint Eastwood (1930)
Tom Berenger (1950)
Brooke Shields (1965)

terça-feira, 5 de maio de 2009

CO-ESTRELANDO... RUSSELL SIMPSON

Por pouco o coronel Marlow (John Wayne) não encontrava o Xerife Henry Goodbody (Russell Simpson) enforcado. Os desertores dos "rebeldes" Virgil (Strother Martin) e Jackie Jo (Denver Pyle) estavam botando a corda no pescoço do pobre velho assustado. Foi seu último trabalho no cinema. Faleceu em 12 de dezembro de 1959. Já havia trabalhado com Wayne em outros filmes:
-Annie Laurie/1927, de John S. Robertson.
- Fugitivos do Terror (Three Faces West/1940), de Bernard Vorhaus.
- A Indomável (The Spoilers/1942), de Ray Enright.
- Têmpera de Aço/Adorável Inimiga (Tall in the Saddle/1944), de Edwin L. Marin
- Fomos os Sacrificados (They Were Expendable/1945), de John Ford.
- Marcha de Heróis" (The Horse Soldiers/1959), de John Ford.


Russell McCaskill Simpson nasceu em 17 de junho de 1880, em Danville, Califórnia. Começou no cinema, sem crédito, no fime "Pela Nossa Honra" (The Virginian/1914), de Cecil B. DeMille. Depois de inúmeros filmes, nos anos 30 caiu nas mãos do diretor John Ford e com ele fez clássicos como "E o Mundo Marcha" (The World Moves On/1934); "A Mocidade de Lincoln" (Young Mr. Lincoln/1939), "Ao Rufar dos Tambores" (Drums Along the Mohawk/1939), "As Vinhas da Ira" (The Grapes of Wrath/1940), "Caminhos Ásperos" (Tobacco Road/1941), "Fomos os Sacrificados" (They Were Expendable/1945), "Paixão dos Fortes" (My Darling Clementine/1946), "Caravana de Bravos" (Wagon Master/1950, "O Sol Brilha na Imensidão" (The Sun Shines Bright/1953), e "Marcha de Heróis" (The Horse Soldiers/1959).

Aos amantes do cinema antigo, não é fácil esquecer o senhor Russell Simpson: uma cara dura e nada simpática, assustada - e assustadora - rústica, era figura ativa em muitos faroestes. Sempre papéis simples, poucas falas, mas, dava conta do seu recado. Podemos vê-lo em "A Lança Partida" (Broken Lance/1954), de Edward Dmytryk, "A Última Barricada" (The Last Command/1955), de Frank Lloyd, Oklahoma!/1955, de Fred Zinnemann, "Sublime Tentação" (Friendly Persuasion/1956), de William Wyler, e "O Homem dos Olhos Frios" (The Tin Star /1957), de Anthony Mann. Citei apenas alguns que considerei os mais importantes - e que assisti - mas, em sua filmografia totalizam-se 237 filmes e algumas participações em séries de TV.

CO-ESTRELANDO... ADELE MARA

De origem hispânica, Adelaide Delgado nasceu em 28 de abril de 1923, em Highland Park, Michigan. Aos 15 anos já era cantora e dançarina na orquestra Detroit de Xavier Cugat. No começo dos anos 40, em Nova York, foi descoberta por um caça-talentos que a levou a assinar um contrato, como atriz, na Colômbia. Iniciou em filmes "B". O primeiro foi Honolulu Lu/1941, de Charles Barton, contracenando com Lupe Velez, Bruce Bennett, entre outros. Ostros grande atores trabalharam com Adele: Gene Autry, Bob Steele, Bill Elliott, Forrest Tucker. No total esta linda moça fez 95 filmes, e episódios de seriados como "Bat Masterson", "The Adventures of Rin Tin Tin", "Maverick" entre outros.

Com John Wayne Adele Mara trabalhou em quatro filmes:
- As Abelhas do Mar/Romance dos Sete Mares (The Fighting Seabees/1944), de Edward Ludwig
- Um Dia Voltarei (Flame of Barbary Coast/1945, de Joseph Kane)
- No Rastro da Bruxa Vermelha (Wake of the Red Witch/1948, de Edward Ludwig)
- Iwo_Jima - O Portal da Glória/As Areias de Iwo-Jima (Sands of Iwo Jima/1949, de Allan Dwan).
Seu último filme foi ao lado de Victor Mature, em O Grande Circo (The Big Circus/1959, de Joseph M. Newman). E seguiria na televisão até 1978, quando apareceu em "Wheels", de Jerry London, ao lado de outras estrelas como Rock Hudson, Lee Remick, e Ralph Bellamy.

ANNIE LAURIE - 004

004 - ANNIE LAURIE (1927)

DIREÇÃO: John S. Robertson
HISTÓRIA/ROTEIRO: Josephine Lovett
TÍTULO: Marian Ainslee e Ruth Cummings
GÊNERO: Drama/Romance
PRODUÇÃO: Metro-Goldwyn-Mayer (MGM)
MÚSICA: William Axt e David Mendoza (sem créditos)
FOTOGRAFIA: Oliver T. Marsh
EDITOR: William Hamilton
DIRETOR DA 2ª UNIDADE/ASSISTENTE DE DIREÇÃO:
DEPARTAMENTO DE ARTE: Cedric Gibbons Merrill Pye
FIGURINO: André-ani
ESTREIA: 11 de maio de 1927

ELENCO:Lillian Gish, Norman Kerry, Creighton Hale, Joseph Striker, Hobart Bosworth, Patricia Avery, Russell Simpson, Brandon Hurst, David Torrence, Frank Currier. Richard Alexander (sem crédito), Mary Gordon (sem crédito), Henry Kolker (sem crédito), Margaret Mann (sem crédito), Carl 'Major' Roup (sem crédito, e "Duke" Morrison (John Wayne em papel extra) - sem crédito.

COISAS DE CINEMA EM CHARGE... Por Fernando Gonsales

quarta-feira, 29 de abril de 2009

ROOSEVELT EM NATAL: "FOR ALL" - TRAMPOLIM DA VITÓRIA

28.01.1943: o Presidente Roosevelt, acompanhado de outras autoridades norte-americanas, veio à Natal para, junto com o seu colega, Vargas, assinar a famosa "entrada do Brasil na II Guerra Mundial." É também o começo da invasão ianque ao solo norte-rio-grandense, que o filme "For All" - Trampolim da Vitória, de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz, lamentavelmente deixou de denunciar. Não sei se por conivência, ignorância ou medo.

1998: Guaracy Picado reconstitui a cena nas ruas da pequena Natal, que em 1943 era uma cidade com pouco mais de 60 mil habitantes.
*
NOTA: milhares de soldados - americanos, canadenses, escoceses e ingleses – revezavam-se - entre 1943 e 1945 - em "Parnamirim Field". A maior Base Aérea Americana fora dos Estados Unidos na II Guerra. Os últimos soldados desocuparam a Base em outubro de 1946.

NATAL NA TELA GRANDE: "FOR ALL" - TRAMPOLIM DA VITÓRIA

Sentado na parte da frente do Jeep, fazendo Roosevelt em carro aberto pelas ruas de Natal, o amigo Guaracy Picado no filme "For All". Atrás, à sua esquerda, o diretor Nelson Pereira dos Santos faz um almirante americano. Detalhe do autografo: "Ao amigo César Barbosa um abraço de Guaracy". Em 30 de novembro de 1998. A foto é de Marco Polo Veras para a Revista Set.

sábado, 25 de abril de 2009

0010 - QUO VADIS

QUO VADIS (Quo Vadis, 1951).

DIREÇÃO: Mervyn LeRoy.

COM: Robert Taylor, Deborah Kerr, Leo Genn, Peter Ustinov, Patricia Laffan, Finlay Currie.

COMENTÀRIO: Soberba superprodução mostrando o Império Romano sob Nero. Belíssima fotografia (de William V. Skall e Robert Surteees), música (Miklos Rozsa) e tudo que nele há. Ustinov está imbatível. Aliás, todos do elenco principal: Kerr, Currie. Genn está magnífico como Petronius. Só Robert Taylor é que fala feito um cowboy. As seqüências da corrida de bigas (com Robert Taylor e um guarda pretoriano), sob uma Roma em chamas, e a briga entre Ursus (Buddy Baer) e um touro, são de tirar o fôlego...

ONDE VI: TV
CONTAÇÃO: *****
MEU OSCAR VAI PARA... Peter Ustinov e Leo Genn.

NOTA: Teve indicações ao Oscar de Melhor Filme, Ator Coadjuvante (Leo Genn e Peter Ustinov).

0009 - FORA DO MAPA

FORA DO MAPA (Off the Map, 2003).

DIREÇÃO: Campbell Scott.

COM: J.D. Hawkins, Joan Allen, Amy Brenneman, Valentina de Angelis, Sam Elliott, J.K. Simmons, Kevin Skousen, Jim True-Frost.

COMENTÁRIO: Uma história doce...

ONDE VI: DVD

COTAÇÃO: ****
MEU OSCAR VAI PARA... Joan Allen e Sam Elliott

0008 - AMARGO PESADELO

AMARGO PESADELO (Deliverance, 1972).

DIREÇÃO: John Boorman.

COM: Jon Voight, Burt Reynolds, Ronny Cox, Ned Beatty, James Dickey, Bill McKinney,

0007 - O BURACO DA AGULHA

O BURACO DA AGULHA (Eye of the Needle, 1981).

DIREÇÃO: Richard Marquand.

COM: Donald Sutherland, Kate Nelligan, Ian Bannen, Christopher Cazenove, Philip Brown, Stephen MacKenna, Faith Brook, Colin Rix, Alex McCrindle, John Bennett, Sam Kydd, Rik Mayall, Bill Fraser.

COMENTÁRIO: Um excelente filme de espionagem na Segunda Guerra Mundial. Sutherland está perfeito no papel de espião alemão. O filme é bom. Quem atrapalha é a "perfeição" britânica. Tudo certinho. Tudo funcionando. A contra espionagem inglesa é capaz de contar as batidas cardíacas do espião...

ONDE VI: VHS - Natal/RN.

COTAÇÃO: * * *
MEU OSCAR VAI PARA...
Donald Sutherland.

0006 - A ÚLTIMA SESSÃO DE CINEMA

A ÚLTIMA SESSÃO DE CINEMA (The Last Picture Show, 171).

DIREÇÃO: Peter Bogdanovich.


COM: Jeff Bridges, Timothy Bottoms, Ben Johnson, Cloris Leachman, Cybill Shepherd, Ellen Burstyn, Eileen Brennan, Clu Gulager, Sharon Taggart, Randy Quaid, Sam Bottoms, Bill (Billy) Thurman, John Hillerman.

COMENTÁRIO: Ontem, dia 18 de junho do corrente, tive o privilégio de ver esta belíssima obra do então jovem diretor Bogdanovich. O filme é tão bonito que assisti duas vezes. Uma história onde alguns encontram algo (sonhos, paixões, prazeres). E outros perdem algo (a vida, a virgindade, os sonhos, os amigos, as ilusões...). Muito bonito de se ver. Um poema saudosista dedicado a todos que um dia já amou na inocência...


ONDE VI: DVD
COTAÇÃO: * * * * *
MEU OSCAR VAI PARA... Ben Johnson e Timothy Bottoms.


NOTA: As músicas "fordianas", cartazes de filmes com John Wayne; incluindo o último filme que é exibido no cinema da cidadezinha, Rio Vermelho, nos mostram um Bogdanovich seguidor do "Mestre" John Ford. Ben Johnson rouba a cena. Ganhador de Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

PERFIL - ROMY SCHNEIDER


NOME: Rosemarie Magdalena Albach-Retty.
NASCIMENTO: 23 de setembro de 1938.
CIDADE/PAÍS: Viena, Áustria.
FALECIMENTO: 29 de maio de 1982.
CIDADE/PAÍS: Paris, França.
FILMOGRAFIA: 63 filmes.

0005 - SOMMERSBY - O RETORNO DE UM ESTRANHO

SOMMERSBY - O RETORNO DE UM ESTRANHO (Sommersby, 1993).

DIREÇÃO: Jon Amiel.
GÊNERO: Drama.


COM: Richard Gere, Judie Foster, Bill Pullman, James Earl Jones, Lanny Flaherty, William Windom, Wendell Wllman, Brett Kelley, Clarice Taylor, Frankie Faison, R. Lee Ermey.

COMENTÁRIO: Tenho o hábito de deixar meu vídeo cassete ligado quando vou dormir. No dia seguinte verifico o que foi gravado na madrugada. Acontece que levo dias, ou meses, para ver o filme que gravei. No caso deste eu levei 8 anos (gravado em 4 de abril de 1996). Confesso que muitas vezes tentei vê-lo (por causa de Judie Foster), mas, não achava o começo interessante. Um dia decidi ir até o fim e gostei do que vi. Trata-se de uma história, baseada em fatos acontecidos no Século XVI, na Europa (o roteirista o ambientou nos Estados Unidos do Século XIX), que conta o retorno de um homem, depois de 6 anos ano na Guerra de Secessão, à sua terra natal. É simples, mas o final é surpreendente. A história segue o rumo de valores como honra, lealdade a uma causa, e realização de sonhos... Foster está, como sempre, lindinha e maravilhosa no seu papel. Adoro o talento desta garota.

ONDE VI: TV
COTAÇÃO: * * * *
MEU OSCAR VAI PARA... Judie Foster.